Brasil está em 167º lugar em um ranking de 174 países sobre participação das mulheres no Executivo.

Pouco mais de metade da população brasileira (51%) é composta por mulheres, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Mas a igualdade está longe de ser conquistada.

As mulheres no Brasil têm menores salários que os homens e estão em minoria nos cargos de chefia. Outra desigualdade é na política. O último ranking mundial de participação das mulheres no Poder Executivo, divulgado pela ONU Mulheres em parceria com a União Interparlamentar, traz o Brasil em 167º em um ranking de 174 países.

Países como Irã (139º), Iraque (133º) e Emirados Árabes (41º), que são conhecidos por estabelecerem regras rígidas para o sexo feminino, têm maior participação de mulheres no Executivo do que o Brasil. Para a elaboração do ranking, foi observada a quantidade de ministros de ambos os sexos em cada país. No Brasil, entre os 25 ministros, há apenas uma mulher (4% do total).

Ficamos atrás também de todos os nossos vizinhos da América do Sul. Uruguai (20º) e Colômbia (21º) lideram o ranking da América do Sul.

O Brasil também ficou bem atrás no ranking da participação das mulheres no Congresso. O país ficou na 154ª posição, com 55 das 513 cadeiras da Câmara ocupadas por mulheres, e 12 dos 81 assentos do Senado preenchidos por representantes femininas.

A Bulgária, a França e a Nicarágua lideram o ranking mundial  das mulheres com cargos ministeriais, com mais de 50% de representantes femininas. Países como Ruanda, Dinamarca e a África do Sul também se destacam, ficando, respectivamente, em sétima, oitava e nona posições.


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