São as chamadas “fintechs”, que combinam serviços financeiros e tecnologia para quem não tem acesso à rede bancária convencional.

Mercado cobiçado pelas startups tem alvo bastante generoso: 60 milhões de brasileiros sem acesso a serviços bancários, segundo dados do IBGE.

São as chamadas “fintechs”, que combinam serviços financeiros e tecnologia para quem não tem acesso à rede bancária convencional.

Um dos exemplos é o Banco Maré, que nasceu em 2006 dentro do Complexo da Maré, no Rio de Janeiro, e já conta com 20 mil contas digitais.

O cliente usa o cartão para compras e pagamento de contas por meio de um código QR no aplicativo, escaneado pelo celular.

Cerca de 10% das 350 startups brasileiras já operam para os chamados “desbancarizados”, que representam quase a metade da população economicamente ativa.

Outro exemplo é a EasyCrédito, que combina dados dos serviços de crédito, cartórios, redes sociais e informações públicas do governo para traçar o perfil do usuário.

Com os dados, concede empréstimos e cartão de crédito para mais de 30% das solicitações, enquanto os bancos convencionais aprovam 10% dos pedidos.

A desbancarização é uma realidade mundial: em 2011, havia DOIS BILHÕES 500 MILHÕES de pessoas fora da rede bancária tradicional no mundo.

Os números do Banco Mundial apontam, ainda, que 200 milhões de micro e médias empresas não tinham acessoa aos serviços financeiros.

Com as fintechs, a parcela excluída caiu para 1 BILHÃO 700 MILHÕES de pessoas.


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