Especialistas falam em prejuízos.

Tipo de franquia, semelhante a utilizada pelas seguradoras de veículos poderá baratear o custo dos planos de saúde.

A medida faz parte do pacote de mudanças em estudo pela Anvisa, que devem entrar em vigor até junho.

A proposta é regulamentar o pagamento de franquia e coparticipação.

Na prática, o cliente paga uma parte dos custos do procedimento sempre que utilizar o plano.

Os critérios de cobrança são negociados entre a operadora e o cliente. Mas a parte que cabe ao cliente durante todo o ano não pode ser maior que o valor de uma mensalidade.

Por exemplo, se o plano custa, por ano, R$ 6 mil com mensalidades de R$ 500, este será o limite para franquia e coparticipação. O pagamento será diluído nas parcelas.

As operadoras dos planos de saúde concordam com as medidas, embora algumas defendam outros critérios para as cobranças extras.

Já as entidades de defesa do consumidor entendem que a coparticipação traz prejuízos aos consumidores, principalmente para aqueles que mais utilizam os serviços de saúde.

Entre eles, os idosos e pacientes com doenças crônicas ou graves.

A Agência Nacional de Saúde defende o meio termo com o teto estipulado na cobrança extra e a isenção de taxa para alguns procedimentos, como consultas com médico generalista, exames preventivos e tratamentos para doenças crônicas, como a hemodiálise.


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