Adolescente de 15 anos escreve segundo livro durante férias escolares em Araras, SP

Jovem escritor de Araras usa filmes de terror como inspiração de contos. — Foto: Paulo Chiari/EPTV
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Kaic Castello Pinto se inspira em filmes de terror para escrever contos. Primeira obra foi publicada no fim de 2019.

Após publicar o primeiro livro no fim do ano passado, o estudante Kaic Castello Pinto, de 15 anos, já está nas primeiras páginas da segunda obra. Mesmo de férias, o jovem de Araras (SP) separa um tempo para a produção literária.

Segundo o estudante, ele faz várias atividades para se divertir durante o período de recesso escolar.

“Continuo desenhando, assistindo filmes, vídeos sobre jogos e ouvindo música. Só que na maioria das vezes, é sentar e escrever que eu gosto mesmo de fazer”, contou o jovem de 15 anos.

Jovem escritor de Araras usa filmes de terror como inspiração de contos. — Foto: Paulo Chiari/EPTV

Primeiras páginas

O hábito de escrever surgiu há quatro anos, quando ele precisou ficar em repouso após uma cirurgia. No inicio, a atividade era apenas para acabar com o tédio do jovem, mas, com o tempo, ele tomou gosto e passou a aprimorar a habilidade com as palavras.

“Eu peguei essas histórias, todas as inspirações que eu tinha, e juntei. Comecei a escrever, estudar as técnicas literárias para poder escrever melhor”, explicou Kaic.

Jovem de 15 anos publicou livro com contos de terror em Araras. — Foto: Paulo Chiari/EPTV

Contos de terror

No próprio quarto, Kaic coloca a criatividade em prática e cria os contos baseados em filmes de terror, para “prender a atenção do leitor e criar suspense”.

O primeiro livro, “O inominável”, reúne histórias diferentes que se interligam entre si. A produção, com 315 páginas, foi publicada em modo digital e físico. Para o pai Carlos Eduardo Pinto, a evolução do filho para escritor é algo positiva.

“Começou como uma brincadeira, ele sempre gostou de desenhar, de escrever, ler muito e foi desenvolvendo isso aí e chegou no que deu. Tenho muito orgulho, é muito gratificante, porque hoje é muito difícil um adolescente estar fazendo isso”, disse Carlos