Vítima utilizava o nome social Luan e foi identificada como Raissa de Almeida Gil; Polícia Civil investiga o caso como homicídio.
Uma adolescente de 17 anos foi encontrada morta e carbonizada em um canavial na Estrada José Vigilato de Castilho, em Penápolis (SP), na manhã deste domingo (30). O caso é investigado pela Polícia Civil como homicídio.
Segundo informações do boletim de ocorrência, o proprietário da plantação foi avisado por um vizinho de que havia um incêndio no local. Ele foi até a área acompanhado de um funcionário e utilizou um caminhão-pipa para controlar as chamas. Após o fogo ser contido, os dois localizaram o corpo e acionaram as autoridades.
A vítima foi encontrada em meio à plantação e apresentava diversas queimaduras. Durante os trabalhos periciais, também foram identificados sinais de violência no pescoço, ferimentos no rosto e presença de sangue, além de indícios de que o corpo possa ter sido arrastado até o local.
Próximo ao corpo, foram encontrados objetos que podem auxiliar nas investigações, entre eles um chinelo, uma corrente e um cabo de carregador de celular.
O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico-Legal (IML) de Araçatuba, onde passou por exame necroscópico.
Identificação
A vítima foi identificada como Raissa de Almeida Gil, de 17 anos, que utilizava o nome social Luan. Familiares fizeram o reconhecimento na Delegacia de Polícia de Penápolis, com base em características como tatuagens e roupas utilizadas pela adolescente.
De acordo com as informações levantadas durante as primeiras diligências, Raissa estava na casa de amigos na noite de sábado (29) e teria desaparecido durante a madrugada.
A Polícia Militar preservou a área até a chegada da perícia, enquanto a Polícia Civil iniciou as investigações para esclarecer as circunstâncias da morte.
O delegado Thalys Sulyvan, responsável pelo caso, informou que a ocorrência é tratada como homicídio. A motivação ainda não foi esclarecida e, até a última atualização, nenhum suspeito havia sido identificado ou preso.
As investigações continuam para determinar a dinâmica do crime e identificar os responsáveis.
Com informações de Samir Cesar / Tanabi Notícias.



