De acordo com a especialista, a guarda compartilhada significa que ambos os pais dividem as responsabilidades e decisões importantes sobre a vida da criança, como educação, saúde e bem-estar.
A advogada Dra. Francielli Palma Maciel explica que a guarda compartilhada tem se tornado cada vez mais comum no Brasil, sendo hoje a regra na maioria dos casos envolvendo separação de pais com filhos menores.
De acordo com a especialista, a guarda compartilhada significa que ambos os pais dividem as responsabilidades e decisões importantes sobre a vida da criança, como educação, saúde e bem-estar. “Não se trata apenas de dividir o tempo, mas principalmente de garantir que pai e mãe participem ativamente da criação dos filhos, mesmo após o fim do relacionamento”, destaca.
A advogada ressalta que esse modelo busca preservar o vínculo afetivo da criança com ambos os pais, evitando prejuízos emocionais. “O foco sempre deve ser o melhor interesse do menor, garantindo um desenvolvimento saudável e equilibrado”, explica.
Apesar disso, Francielli Palma Maciel lembra que a convivência não precisa ser exatamente igual entre os pais. “O tempo pode ser ajustado conforme a rotina de cada família, desde que haja equilíbrio e bom senso”, afirma.
Outro ponto importante é que a guarda compartilhada não depende necessariamente de acordo entre as partes. Mesmo em casos de conflito, o juiz pode determinar esse tipo de guarda, desde que não haja situações graves que coloquem a criança em risco.
Por fim, a advogada orienta que o diálogo é fundamental. “Quando os pais conseguem manter uma relação respeitosa, tudo flui melhor, principalmente para os filhos, que são os mais afetados em processos de separação”, conclui.



