Ararense de 72 anos é preso acusado de abusar de crianças de onze e seis anos em MG

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Ele entrou no quarto onde a menor dormia juntamente com outra criança, e começou a passar as mãos em suas partes íntimas por cima da roupa, em seguida ele enfiou a mão sob a blusa dela e acariciou seus seios.

Um caso de abuso de menores chocou ate mesmo pessoas acostumadas a lidar com esse tipo de denúncias todos os dias. Segundo as informações repassadas à Folha Uberaba, a mãe de uma menina de 11 anos foi acionada por uma professora da menor, que foi a primeira pessoa a desconfiar do caso.

Após a mãe ser inteirada da situação, conversou com a menor que narrou os seguintes fatos: No ultimo dia 10, o ararense J.B.L., de 72 anos, que é casado com uma tia da mãe da menor, aproveitando que todos estavam dormindo na residência, que fica no bairro Isabel do Nascimento, entrou no quarto onde a menor dormia juntamente com outra criança, e começou a passar as mãos em suas partes íntimas por cima da roupa, em seguida ele enfiou a mão sob a blusa dela e acariciou seus seios.

A menina disse que o autor a ameaçou, dizendo que se ela contasse a alguém, algo pior iria acontecer com sua irmã de oito anos. Conforme o boletim de ocorrência, o autor e a tia da mãe da menor que moram em Araras (SP) foram para um casamento em Uberaba (MG) e ficaram hospedados na casa da vitima e posteriormente foram para casa de outros parentes.

O pai de outra menina de seis anos, contou à polícia que enquanto comentava o caso com familiares, a menina de seis anos disse que o autor havia abusado dela também. A menina disse que o autor passou as mãos em seu corpo quando ela estava deitada no sofá de sua casa durante uma festa.

Ela disse que contou à mãe sobre o ocorrido e foi orientada a não ficar perto do autor e que ela iria tomar providências. Outro familiar do autor, contou que foi informado pela esposa que ela havia observado um comportamento estranho por parte do autor, a mulher disse ter surpreendido o autor com a mão por dentro da calça tocando seu órgão genital quando estava sentado ao lado de sua filha, que também tem seis anos, a mulher disse que não repreendeu o autor porque, assim que ele a viu, parou com a ação e ela achou que poderia estar imaginando coisas.

Os denunciantes foram orientados a tomarem as medidas necessárias.