Assassino de estudante tem “fetiche em fazer mal a mulheres”, diz delegado

“Uma pessoa de extrema frieza”, pontuou o delegado Rodolfo Santa Cruz.

A Polícia Civil investiga o assassinato da estudante de medicina Mariana Thomáz, morta por estrangulamento, em uma apartamento no bairro de Cabo Branco, em João Pessoa (PB), no último sábado (12). Em entrevista à TV Tambaú, o delegado Rodolfo Santa Cruz falou sobre o perfil do acusado, que nega ter cometido o crime.

“Vamos buscar pessoas do convívio da vítima para saber como se deu essa aproximação. Como eles se conheceram, a quanto tempo se relacionavam”, afirmou o delegado sobre os próximos passos da investigação. “Já sabemos do histórico violento contras mulheres. De um perfil agressivo. Uma pessoa de extrema frieza”, pontuou.

O perfil, o histórico dele é de uma pessoa que tem um verdadeiro fetiche em fazer mal à mulheres. Para a polícia, o que houve foi um feminicídio. É uma questão de gênero”, completou o delegado.

Prisão em flagrante

O próprio acusado ligou para a Polícia e informou que Mariana Thomáz havia sofrido uma convulsão. Porém, ao chegar ao apartamento, a polícia percebeu sinais de que a vítima tinha sido morta por estrangulamento.

“Ele foi conduzido até a Central de Polícia Judiciária para prestar esclarecimentos e, após a confirmação da perícia de que a morte da estudante foi causada por esganadura, ele foi preso em flagrante“, disse o delegado Joames Oliveira. 

Em depoimento, ele negou o crime, mas foi recolhido à carceragem da Central de Polícia até a audiência de custódia. No domingo (13), a Justiça converteu a prisão em flagrante em prisão preventiva. O assassino foi transferido para um presídio da capital.

A vítima

Mariana Thomaz de Oliveira tinha 25 anos e era natural do Ceará. Ela estava residindo em João Pessoa, onde fazia o curso de medicina em uma faculdade particular. O corpo da jovem foi enterrado na tarde deste domingo (13), na cidade de Lavras de Mangabeira (CE). 

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