Cidade não registra internações nem mortes pela doença, mas segue monitorando casos suspeitos.
O município de Araras (SP), registrou 29 casos confirmados de dengue, segundo dados atualizados nesta terça-feira (26) pelo Setor de Combate a Endemias. O boletim epidemiológico também aponta que três casos seguem aguardando resultado de exames.
Apesar da confirmação dos casos positivos ao longo do ano, a cidade não registra internações nem mortes relacionadas à doença até o momento.
Os números mostram que o maior volume de confirmações aconteceu nos primeiros meses do ano, período tradicionalmente marcado pelo aumento da circulação do mosquito Aedes aegypti devido ao calor e às chuvas mais frequentes.
Confira os casos confirmados por mês em Araras:
- Janeiro: 6 casos
- Fevereiro: 12 casos
- Março: 1 caso
- Abril: 9 casos
- Maio: 1 caso
De acordo com especialistas da área da saúde, mesmo com a redução no número de casos nos últimos meses, o combate à dengue precisa continuar durante todo o ano. Isso porque pequenos focos de água parada já são suficientes para a proliferação do mosquito transmissor.
Entre os principais sintomas da dengue estão febre alta, dores no corpo, dor atrás dos olhos, manchas vermelhas na pele, cansaço e dor de cabeça intensa. Em casos mais graves, a doença pode provocar complicações e exigir atendimento médico urgente.
As autoridades de saúde reforçam que a participação da população é considerada essencial no combate à dengue. A maior parte dos criadouros do mosquito ainda é encontrada dentro das residências, em recipientes como vasos, pneus, garrafas, calhas e caixas d’água destampadas.
Em Araras, equipes do Setor de Combate a Endemias seguem realizando vistorias, orientações e ações preventivas nos bairros da cidade para evitar aumento no número de casos.
A recomendação é que moradores façam inspeções frequentes em quintais e áreas externas, eliminando qualquer local que possa acumular água.
Mesmo com cenário controlado em comparação a outras cidades do estado, os órgãos de saúde alertam que mudanças climáticas e períodos de chuva podem favorecer novos aumentos nos casos da doença.



