Bolsonaro demanda investigação de falhas no Enem para saber se foi “falha humana”

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De acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira (Inep), responsável pelo Enem, 3,9 milhões de pessoas fizeram as provas em 3 e 10 de novembro. Ao todo, 5.974 candidatos foram atingidos pelo erro na correção.

As inconsistências na contabilização e correção do Enem serão investigadas. O presidente Jair Bolsonaro declarou nesta manhã (28) que vai apurar se a falha no Enem foi erro do governo, “falha humana” ou sabotagem. O Ministério da Educação chegou a minimizar a falha, dizendo que o erro atingiu “alguma coisa como 0,1%” dos candidatos que prestaram o exame, no entanto, para o presidente, “esse tipo de problema não pode acontecer”

De acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira (Inep), responsável pelo Enem, 3,9 milhões de pessoas fizeram as provas em 3 e 10 de novembro. Ao todo, 5.974 candidatos foram atingidos pelo erro na correção.

A queda na nota pode representar a perda da vaga em uma universidade federal, disputada pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu). O desempenho no Enem é critério para concorrer a uma das 237 mil vagas em todo o país – quanto maior a nota, maior a chance de entrar.