Compras de medicamentos para o SUS devem ser registradas

Todas as compras de medicamentos para abastecer o Sistema Único de Saúde, o SUS, devem ter preços registrados em um sistema online. A medida vale para o Ministério da Saúde, estados, municípios e Distrito Federal que, agora, passam a alimentar de forma obrigatória o Banco de Preços em Saúde. Para o ministro da Saúde, Ricardo Barros, a ferramenta online vai trazer transparência e economia para os recursos públicos.

Qualquer pessoa pode entrar e saber todos os preços que nós compramos. Tudo que nós compramos, de quem compramos e quanto pagamos. Então, todos os órgãos do poder público que compram qualquer tipo de medicamento, equipamento de saúde, eles registram o preço que eles compraram no Banco de Preço de modo que as pessoas que precisem cotar, uma Prefeitura vai comprar um equipamento, um hospital, eles vão lá no Banco de Preços sabem o menor preço porque todos os preços estão lá registrados”.

O Banco de Preços em Saúde vai proporcionar o aumento da concorrência e mais condições para a negociação de custos junto aos fornecedores e fabricantes, gerando economia para o sistema de saúde. Estados e municípios têm de 1º de setembro a 30 de novembro deste ano para se cadastrarem no sistema. O registro das informações de compras homologadas, referentes ao exercício 2017, deverão ser iniciadas a partir de primeiro de dezembro deste ano. Gradualmente, outros produtos, além dos medicamentos, também terão o registro obrigatório.

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