Conheça a cadela Margaux, que reforça a segurança da Câmara dos Deputados e encanta visitantes em Brasília

Projeto insere pet na equipe da Polícia Legislativa pela primeira vez. Principal função será detectar explosivos e armas de fogo.

O Departamento de Polícia Legislativa da Câmara dos Deputados (Depol) ganhou um reforço especial na equipe: a cadela Margaux. Auxiliando na vigilância do órgão desde junho, com direito até a crachá, ela recebe o carinho de servidores e visitantes.

Margaux, de um ano e dois meses de idade, faz parte de um projeto piloto da Depol, para atuar com cães farejadores na detecção de explosivos e armas de fogo. A ideia partiu da tutora da cadela, a policial legislativa Leonela Santos, de 35 anos. “O Congresso Nacional é um órgão muito aberto, todas as pessoas têm acesso, é muito fácil estar com parlamentar e nas comissões. Então, temos esse desafio de promover a segurança de todos”, disse Leonela.

A servidora passou por capacitação com a Polícia Civil do Distrito Federal para preparar Margaux na missão de ser uma farejadora profissional. Acreditando no projeto, foi ela quem adquiriu a cachorra, em 2020.

Margaux faz parte de projeto piloto da Polícia Legislativa da Câmara dos Deputados, em Brasília — Foto: Arquivo pessoal

Sucesso no salão verde

Margaux é da raça Golden Retriever, utilizada para atividades de segurança, e foi escolhida especificamente por ter esse perfil. A mascote mora com a policial Leonela, na companhia de dois gatos. “Ela é muito tranquila e dócil”, conta a servidora.

A cadela acompanha a tutora no expediente na Câmara dos Deputados nos dias mais movimentados da semana, entre terça e quinta-feira. “São nesses dias que as pessoas podem vê-la, ter contato e se interessar”.

Na Depol, ela tem uma sala para descansar e já está treinada a fazer necessidades fora do órgão. A tutora garante a higiene do local. Ao longo do dia, ela fica principalmente no Salão Verde, local de pronunciamentos de parlamentares, além da entrada e saída do plenário. “Não tem uma pessoa que não se derreta por ela quando vê. O carinho e a abordagem é incessante, todo mundo vem. Por isso, estamos fazendo uma introdução gradual dela”, conta Leonela.

Por enquanto, Margaux não precisou detectar armas e explosivos dentro do Congresso Nacional, mas a Casa vê impactos positivos. Em nota, o órgão informou que “já foi possível constatar que a simples presença dos cães gera na comunidade um efeito positivo, tanto de aproximação da polícia com o público quanto de elevação da sensação de segurança”.

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ÁGIL DPVAT