Conviver com cães diminui em mais de 30% o risco de morte e de ter doenças do coração, diz estudo

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Levantamento acompanhou 3,4 milhões de suecos, com idades entre 40 e 80 anos, durante 12 anos.

As doenças do coração são as que mais matam no Brasil e no mundo, mas um novo estudo mostra uma maneira de se proteger contra o problema: ter um cachorro! Segundo pesquisadores da Universidade de Uppsala, na Suécia, para pessoas que vivem sozinhas, a presença dos cães diminui em 33% as chances de morte e em 36% o desenvolvimento de doenças cardiovasculares. A possibilidade desses indivíduos terem um infarto também cai 11%.

Fizeram parte do levantamento 3,4 milhões de suecos, com idades entre 40 e 80 anos. O estudo acompanhou as pessoas durante 12 anos.

A explicação para a longevidade está no apoio emocional que o cão promove e a motivação para a prática de atividade física. Além disso, os pets ajudam a diminuir o estresse dos seus donos.

O educador físico Marcio Atala lembra da importância dessa amizade entre o cão e o dono, aliado ao exercício físico. Entre os benefícios estão a redução de morte por infarto, combate ao colesterol e pressão alta e a qualidade de vida.