Corpo de jovem desaparecida em represa de MG é encontrado pelo Corpo de Bombeiros

Polícia Civil investiga o caso; familiares e bombeiros citam informações desencontradas de testemunhas.

Foi encontrado, no início da tarde desta terça-feira (15) o corpo de Taynara Gonçalves, de 21 anos, que desapareceu no último sábado (12) na Represa de Miranda, em Uberlândia. Ela foi encontrada pela equipe de mergulho do Corpo de Bombeiros, que ainda não passou mais detalhes.

Segundo o Corpo de Bombeiros, o corpo foi encontrado por volta das 13h30. Os militares haviam passado a manhã realizado mergulhos em um local de cerca de 10 metros de profundidade, quando pararam para almoçar. Ao voltarem para continuar os esforços, o corpo havia emergido e estava boiando próximo à boia de apoio dos bombeiros.

A perícia técnica da Polícia Civil esteve no local e fez os serviços de praxe, antes de liberar o corpo para o Instituto Médico Legal. As equipes já saíram do local, que está liberado.

Investigação

Polícia Civil abriu um inquérito para apurar as circunstâncias em que ocorreu o desaparecimento da jovem, enquanto estava em uma embarcação na Represa de Miranda no último sábado. Nas redes sociais, a família da jovem lançou uma campanha pedindo “respostas”. De acordo com a Polícia Civil, as testemunhas serão chamadas para depor.

Familiares querem respostas

Em uma postagem nas redes sociais, a família da jovem lançou uma campanha pedindo “respostas” pelo desaparecimento de Taynara. A mensagem fala sobre divergências das versões das testemunhas, pede o compartilhamento do post para que os órgãos responsáveis iniciem investigações e cobra respostas.

Em um trecho, a mensagem diz que:

“Como muitos já sabem pelos noticiários, a Taynara ‘caiu’ e possivelmente se afogou, de uma lancha onde estava com mais outras pessoas, nos B.Os [Boletins de Ocorrência] coletados as informações se divergem, não sendo possível chegar a qualquer conclusão do que de fato aconteceu. Ela ainda não foi encontrada. Queremos notícias, queremos a verdade”.

Buscas

Nesta terça, o Corpo de Bombeiros já estava no quarto dia de buscas pela jovem na Represa de Miranda. Segundo a corporação, as informações repassadas pelas pessoas que estavam na embarcação estavam “desencontradas”, o que dificultou as buscas.

Os militares delimitaram os locais através de quadrantes e foram informados por um dos tripulantes da embarcação, que testemunhou o fato, que o local da queda foi há cerca de 300 metros do ponto inicial de buscas. A profundidade atinge cerca de 100 metros.

O fato das testemunhas não saberem o local exato no qual ela caiu dificultou os trabalhos dos militares. As buscas tiveram início na noite do sábado e foram realizadas no domingo (13) e segunda-feira (14), sendo continuadas nesta terça.

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ÁGIL DPVAT