Segundo a esposa, Natália Nascimento, a família manteve durante todo esse período a esperança de encontrá-lo com vida. A causa da morte ainda não foi determinada devido ao avançado estado de decomposição, e as circunstâncias do óbito continuam sendo investigadas.
A Polícia Civil confirmou nesta terça-feira (15) que o corpo encontrado em avançado estado de decomposição às margens da Rodovia Anhanguera (SP-330) é do eletricista Alex Rodrigo Nascimento, de 42 anos. Ele estava desaparecido desde 21 de fevereiro, quando deixou o Hospital São Leopoldo Mandic, em Araras, (SP) onde estava internado para tratamento de um quadro grave de depressão. A identificação ocorreu quase sete meses após o desaparecimento, por meio de exames encaminhados ao IML de São Paulo.
O corpo havia sido localizado em 25 de abril. Segundo a esposa, Natália Nascimento, a família manteve durante todo esse período a esperança de encontrá-lo com vida. A causa da morte ainda não foi determinada devido ao avançado estado de decomposição, e as circunstâncias do óbito continuam sendo investigadas.
Desde o desaparecimento, a família questiona a conduta do hospital e aponta possível negligência na saída de Alex da unidade e na comunicação do ocorrido. O hospital, por sua vez, já havia informado que o paciente estava lúcido, orientado e capaz de exercer sua autonomia. Após a confirmação da morte, a instituição manifestou condolências e solidariedade aos familiares.
Em nota, o Hospital São Leopoldo Mandic afirmou que, assim que percebeu o desaparecimento, adotou protocolos de contingência, realizou buscas internas e externas, comunicou a polícia e avisou os familiares.
A instituição disse ainda que está colaborando com as autoridades, oferecendo suporte à família e que as condutas adotadas seguiram parâmetros éticos e técnicos. Sobre as demais alegações da família, informou que a nota continha todo o posicionamento do hospital.
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