Cidade não tem internações nem óbitos, mas autoridades reforçam prevenção neste início de maio.
O novo boletim epidemiológico divulgado nesta terça-feira (5) aponta que Araras(SP), registra 25 casos confirmados de dengue em 2026. Os dados são do Setor de Combate a Endemias e refletem a situação atual da doença no município.
Além dos casos já confirmados, outras seis notificações seguem em análise, aguardando resultado de exames. Apesar do avanço registrado ao longo do ano, o cenário ainda é considerado controlado: não há internações nem mortes relacionadas à doença até o momento.
Os números mostram que a maior concentração de casos ocorreu nos primeiros meses de 2026. Em janeiro, foram seis confirmações. Em fevereiro, houve aumento, com 12 registros. Já em março, a quantidade caiu para apenas um caso, enquanto abril voltou a apresentar crescimento, com seis confirmações.
Agora, em maio, os dados seguem em atualização, o que indica que novos registros ainda podem ser incluídos nas próximas semanas.
Mesmo sem casos graves até agora, a dengue continua sendo motivo de atenção. O período entre o verão e o outono costuma favorecer a proliferação do mosquito transmissor, já que o acúmulo de água parada após chuvas cria ambiente ideal para reprodução.
Por isso, as autoridades de saúde reforçam que o controle da dengue depende principalmente da prevenção dentro das próprias residências.
A principal forma de combate continua sendo eliminar possíveis criadouros do mosquito. Medidas simples fazem diferença:
- Evitar água parada em vasos, garrafas e recipientes
- Manter caixas d’água bem fechadas
- Limpar calhas e ralos com frequência
- Descartar corretamente lixo e entulho
- Verificar áreas externas após períodos de chuva
Essas ações ajudam a interromper o ciclo do mosquito e reduzem o risco de transmissão.
Mesmo com números relativamente baixos, o monitoramento constante é essencial para evitar um aumento repentino de casos. Cidades do interior paulista já enfrentaram surtos em anos anteriores, o que mantém o alerta ativo.
Além disso, sintomas como febre alta, dor no corpo, dor atrás dos olhos e manchas na pele devem ser observados com atenção. Ao apresentar esses sinais, a orientação é procurar atendimento médico e evitar a automedicação.
A atualização semanal dos dados permite acompanhar a evolução da doença e orientar ações de combate mais rápidas e eficientes.



