Dona de imóvel confessa ter matado inquilina por ter levado namorado para morar com ela

Mulher de 34 anos confessou o crime aos policiais da DIG em Jundiaí (SP). Caso ocorreu em Cabreúva (SP).

A Polícia Civil prendeu nesta quinta-feira (4) uma mulher de 34 anos que confessou ter matado a idosa de 67 anos encontrada morta embaixo da cama da casa onde morava com o companheiro, em Cabreúva (SP). A vítima foi encontrada com lesões pelo corpo e uma sacola na garganta.

De acordo com a equipe Apolo IV, da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Jundiaí, a idosa foi golpeada pela mulher que era dona da residência. A briga foi motivada pelo fato do companheiro da vítima também morar no local sem o consentimento da dona. Durante a discussão, a idosa foi golpeada e não resistiu ao ferimento.

Segundo o registro, a suspeita escondeu o corpo embaixo da cama e saiu do local. Horas depois do crime, os filhos da vítima, sem notícias da mãe, foram à casa com a Guarda Municipal e a encontraram morta.

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A polícia havia pedido a quebra de sigilo bancário, chamadas telefônicas e o levantamento de imagens de câmeras de segurança. Com os indícios, a polícia pediu buscas na casa e uma prisão temporária. A suspeita foi presa enquanto dormia em casa.

Na delegacia, ela confessou o crime e foi indiciada por latrocínio, quando há o roubo seguido de morte. Ela foi encaminhada à cadeia de Itupeva.

O crime

Na ocasião, o companheiro dela, de 62 anos, foi encontrado no sofá, com as pupilas dilatadas e aparentemente dopado. A Guarda Civil Municipal informou que o homem não conseguia raciocinar ou responder aos questionamentos da equipe.

Os guardas foram até o local depois de serem acionados pelos filhos da vítima. Eles contaram que a mãe estava desaparecida desde as 11h e que tinham recebido uma mensagem suspeita, supostamente enviada do telefone da idosa.

O corpo estava no local havia cerca de seis horas, informou a guarda. Além disso, a equipe notou que a bolsa e o celular da vítima não estavam no local.

Um dos filhos da idosa percebeu também que um saque no valor de R$ 1 mil teria sido feito poucas horas antes e que a senha de uma das contas bancárias da mulher havia sido alterada.

ÁGIL DPVAT