Emprego na terceira idade: como se reinventar como profissional?

Para quem está tentando reinserção profissional, essa é uma excelente notícia.

O mercado tem mudado: as empresas perceberam que, sem um corpo de funcionários dedicados e apaixonados pelo que fazem, não conseguirão os resultados que tanto almejam. As pessoas têm percebido isso e, hoje, têm mais força para exigir direitos e benefícios das companhias nas quais trabalham.

Por conta dessa mudança de mentalidade, as empresas têm apostado em diversas estratégias de retenção de talentos: o oferecimento de benefícios corporativos, por exemplo, está em alta. Plano de saúde, plano de previdência privada, vale-academia e possibilidade de home office têm sido desejados – e não por acaso, não é verdade?

Para quem está tentando reinserção profissional, essa é uma excelente notícia. Apesar das dificuldades do mercado de trabalho – afinal, infelizmente estamos em um período onde o desemprego está no auge -, quem consegue uma oportunidade tem sido muito bem tratado.

Se você está na terceira idade e está em busca de novas possibilidades, saiba que, apesar de desafiador, se trata de um processo que pode acontecer. Para tal, porém, é preciso se preparar e atualizar o currículo. Abaixo, explicaremos o que você pode fazer para se tornar desejável pelas empresas:

Emprego na terceira idade: por onde começar?

Se você deseja permanecer na mesma área de trabalho, é importante buscar informações sobre como ela tem sido conduzida e sobre as inovações que têm sido implementadas.

Pessoas do RH, por exemplo, não podem mais trabalhar como faziam há dez ou quinze anos. O RH 4.0., como temos chamado, é a versão mais tecnológica desse setor.

A ideia é que, hoje, existem diversos processos que podem ser otimizados através da ajuda de aplicativos, computadores e similares. Dessa forma, o que costumava ser feito manualmente (e fazia com que perdêssemos muitas horas), hoje é feito por meio de um clique ou dois.

Se você não tem grande facilidade com informática, é por aí que você tem que começar. Todas as áreas têm buscado atualizar as suas funcionalidades para entrar na era digital, e é questão de tempo até tudo ser feito em ambiente inteiramente virtual.

Em épocas de pandemia, é inviável fazer cursos presenciais (mesmo porque muitas escolas e afins estão fechadas). O que fazer, nesse caso? Buscar formações EAD, em primeiro lugar. Se for possível fazer um técnico à distância, faça.

Se os recursos financeiros não estão positivos no momento, não desanime. Felizmente, existem muitos cursos baratos ou gratuitos na internet, em plataformas como o Eduk ou mesmo em redes sociais, como o YouTube. Faça uma pesquisa sobre as suas áreas de interesse e, então, embarque nessa jornada.

Outras áreas a trabalhar

Além da parte tecnológica, que tem sido fundamental para qualquer recolocação profissional, pense sobre trabalhar as suas habilidades de comunicação.

Não se trata, é claro, de mudar a sua personalidade. Porém, é preciso entender que, nos dias de hoje, as formas de agir e falar têm sido muito valorizadas dentro das instituições, que se tornaram – felizmente – menos tolerantes à agressividade e comportamentos que podem ser vistos como desrespeitosos a pessoas ou grupos.

Procure informações sobre comunicação não-violenta, estude os termos que têm sido utilizados em sua área de atuação e, então, envie o seu currículo – devidamente atualizado! – para essas empresas.

Muitas companhias têm gostado de ver que os profissionais estão buscando estar atentos às modificações da sociedade e inserindo novas práticas ao seu cotidiano. Busque, além do que já comentamos, palestras e cursos de pequena duração sobre coaching, liderança e similares.

Não tenha medo de tentar outras coisas

Acha que não faz mais sentido para você trabalhar com o que costumava? Sente que é a hora de dar um passo além?

Não tenha medo de se aventurar e de ser sincero sobre o que você deseja agora. Inscreva-se para vagas nas quais você se encaixa, mesmo que nunca tenha trabalhado diretamente nelas, e capriche na sua carta de intenção ou na sua entrevista presencial.

Para muitas empresas, é interessante ter pessoas de mais idade e com outros tipos de experiência dentro do quadro de funcionários. A diversidade, sobre a qual tem se falado muito, também deve levar em consideração diferentes faixas etárias e experiências de vida.

Procure, por fim, companhias que são conhecidas por terem esse tipo de abordagem e abertura. Ao encontrar uma vaga de emprego interessante, jogue o nome da companhia no Google e verifique as suas ações de diversidade: é possível, assim, que você encontre exatamente o lugar pelo qual esteve procurando!

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ÁGIL DPVAT