Entenda como reagiu o mercado digital durante pandemia

O uso de plataformas de e-commerce atingiu picos altíssimos, assim como a busca por serviços especializados nos meios digitais.

O mercado digital, que já vinha crescendo de maneira constante nos últimos anos, foi impulsionado pela pandemia. Afinal, com as lojas tendo suas atividades convencionais suspensas, só restou a internet.

Vimos, ainda, uma monetização impressionante de aplicativos para entretenimento. Como esse  mercado é enorme, algumas empresas utilizaram (e utilizam) estratégias inusitadas para ganhar espaço na Web.

O uso de plataformas de e-commerce atingiu picos altíssimos, assim como a busca por serviços especializados nos meios digitais. Os padrões de consumo as tendências com certeza vão vigorar no pós-pandemia. Vamos analisar em detalhes esse acontecimento!

Houve expansão do mercado digital

A primeira reação do mercado digital, como você deve ter imaginado, foi a expansão rápida e consistente ao longo da pandemia.

No início, tínhamos três casos: empresas que não realizavam ações digitais, negócios híbridos e companhias mais digitais que físicas. Atualmente, boa parte das empresas que não estavam adaptadas, ou que não se adaptaram ao digital, estão de portas fechadas.

O mais impressionante é que isso não afetou apenas um ou outro segmento da economia. Em resumo, todos os setores sofreram impacto de alguma forma.

Não pense que foi um evento negativo para todos os negócios. Alguns deles, como a Magazine Luiza, por exemplo, cresceram durante a pandemia.

O marketing digital foi o mais beneficiado

O fluxo comum no mercado que estamos acostumados é este: o empresário aluga ou compra um local e estabelece sua empresa; através de ações de marketing, os consumidores vão até o local, e são atendidos por vendedores treinados.

Mas, em decorrência da pandemia, o contato humano se tornou limitado. Como conseguir clientes, nesse cenário? Resposta curta: marketing digital!

Uma das ferramentas mais poderosas do marketing digital é o mailing segmentado. Mailing, em países de língua inglesa, significa correspondência, mas no Brasil, usamos essa palavra como sinônimo de conjunto de dados pessoais.

Ou seja, após atrair várias pessoas interessadas em seus produtos, é possível executar ações de marketing englobando apenas indivíduos com certas características.

Isso diminui muito o gasto com campanhas, e aumenta o impacto provocado por elas.

A migração para e-commerce foi inevitável

Por sorte, as plataformas de e-commerce estão maduras o suficiente para aguentar o estresse causado pela covid-19. De fato, esse método de vendas é muito empregado em países desenvolvidos, e agora faz parte do mercado digital brasileiro também.

O índice MCC-ENET apontou que, somente em 2020, houve um crescimento acumulado de 83,68% no faturamento do comércio eletrônico.

Além disso, também ficou claro que as compras online estão adentrando no dia a dia do brasileiro. Levando-se em conta o último trimestre de 2020, quase 20% dos brasileiros realizaram compras online (MCC-ENET).

O Nordeste foi a região que mais viu o comércio eletrônico crescer, com aumento de faturamento de 116,53%.

Segundo dados da ABComm, 100 mil novos e-commerces foram criados durante a quarentena. O número de vendas online cresceu em quase 40% (ABComm).

Estamos presenciando uma verdadeira mudança no mercado brasileiro.

As lives de vendas dominaram

As lives de vendas fazem parte do mercado digital chinês, assim como da maioria dos países da Ásia. No entanto, esse modelo de vendas entrou aqui no Ocidente, e está fazendo muito sucesso.

Em resumo, uma live de vendas, também conhecida como live commerce, é feita através da exposição de produtos durante uma transmissão ao vivo. As redes sociais já estavam preparadas para essa modalidade, facilitando ainda mais para os varejistas.

Ainda não temos dados concretos de quanto o live commerce cresceu no Brasil, nem de seu faturamento. No entanto, a China movimenta mais de US$ 170 bilhões apenas nessa modalidade de vendas (iResearch).

O melhor de tudo é a simplicidade: para realizar uma live de vendas, o varejista só precisa de um celular, uma conta nas redes sociais e produtos para vender.

Serviços de videochamadas foram muito requisitados

O primeiro impacto sentido na instauração da quarentena foi a transformação do trabalho. O home office foi uma das ações que ajudou a manter empregos e produtividade.

No entanto, dentro do mercado digital, as videochamadas tiveram um papel extra: o atendimento ao cliente.

Tudo bem, as empresas tinham SAC antes da pandemia, mas isso não era um serviço que gerava competitividade. Nos dias de hoje, com tantas compras online, as empresas que têm mais contato com clientes se sobressaem.

Os aplicativos de entretenimento dominaram o mundo

Por fim, não poderíamos deixar de falar dos aplicativos de entretenimento, como Tik Tok, YouTube, Instagram e assim por diante. Por causa do potencial de visualização, diversas empresas fazem campanhas de marketing nesses aplicativos.

Existe um meme na internet que resume isso muito bem: você conquista um diploma em uma faculdade de renome, faz estágio, trainee, MBA e finalmente consegue um cargo bom em uma empresa; um cara no Tik Tok faz dois vídeos e compra a companhia em que você trabalha!

Fornecemos um panorama geral sobre o mercado digital durante a pandemia. Se gostou do conteúdo, aproveite para ler mais em nosso blog.

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ÁGIL DPVAT