Não há nenhuma previsão de data a para a versão presencial do feirão.

Começa nesta segunda-feira (6) semana o “feirão limpa nome” da Serasa, que permite que os consumidores com dívidas em atraso possam rever suas pendências. As renegociações acontecerão pela internet até o final de novembro. Não há nenhuma previsão de data a para a versão presencial do feirão.

O programa terá duração até 30 de novembro. Os consumidores poderão renegocias suas dívidas diretamente com as empresas credoras que estiverem participando. Para fazer isso, é preciso acessar o site do Serasa Consumidor e se cadastrar. Para quem não sabe se está com o nome sujo, também é possível fazer uma consulta gratuita para verificar se há pendências em seu CPF.

Para renegociar sua dívida no feirão, o consumidor inadimplente deve verificar se a empresa para a qual está devendo estará participando do programa. Segundo a Serasa Experian, o feirão terá empresas de diversos segmentos, como bancos e financeiras, telefonia, lojas e recuperadoras de crédito.

No feirão, as empresas irão oferecer descontos e mudanças nos prazos de pagamento de dívidas atrasadas. A negociação será feita online, por e-mail ou chat, ou telefone. Algumas empresas já terão ofertas pré-estabelecidas, disponibilizando simulação e boletos para a quitação de dívidas.

Antes de renegociar

A Serasa recomenda que, antes de tentar negociar uma dívida com o credor, o consumidor faça as contas para saber qual valor de parcelamento caberia em seu orçamento.

Para isso, é preciso calcular todas as despesas fixas da família e somar às dívidas já assumidas. Assim, o consumidor saberá qual é o valor de sobra para pagar o parcelamento da dívida a ser renegociada.

Outra dica é utilizar o 13º salário para ajudar a resolver a situação financeira. “O consumidor deve aproveitar a oportunidade para limpar o nome, renegociando com condições de pagamento que caibam em seu bolso”, diz em nota o diretor de estratégia e gestão Serasa, Raphael Salmi. “Estamos na época de recebimento do 13º salário e, para quem possui o benefício, é recomendável que priorize o pagamento da dívida”, acrescenta.

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