Fraude no auxílio emergencial supera R$ 42 bilhões

Balanço foi divulgado pelo Tribunal de Contas da União. Polícia Federal investiga denúncias.

As fraudes envolvendo o auxílio emergencial já provocaram rombo de R$ 42 milhões aos cofres públicos.

O balanço foi divulgado em auditoria feita pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

Milhares de beneficiados ficaram sem a ajuda financeira. A Polícia Federal investiga as denúncias. 

Em março, o auxílio foi aprovado como suporte a trabalhadores informais e autônomos que perderam a renda devido à crise do novo coronavírus. A princípio, a medida previa pagamento no valor de R$ 600 pelo período de 3 meses.

Em abril, deputados e senadores aprovaram a ampliação do benefício para outras categorias, como motoristas de aplicativo, diaristas e feirantes, além de mães adolescentes, pais solteiros, mães chefes de família e artistas informais. A inclusão de novas solicitações, no entanto, foi vetada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

A ajuda financeira foi prorrogada até o próximo mês, com redução no valor da parcela. Atualmente, o valor pago pelo governo federal é de R$ 300.

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