Imagens mostram empresário sendo espancado por vários homens após sair de bar em Limeira, SP

Vítima, de 39 anos, não resistiu aos ferimentos. Polícia Civil diz que espancamento ocorreu após confusão em casa noturna e tenta identificar autores.

Novas imagens registradas por outra câmera de segurança mostram o empresário Wagner Rogério da Silva, de 39 anos, sendo espancado por vários homens na madrugada da quinta-feira (16) em Limeira (SP). Ele não resistiu às agressões que aconteceram na saída de um bar na Vila Cláudia.

A câmera mostra o empresário com outras pessoas na Rua 13 de Maio. Em um primeiro momento, pouco depois de 1h, o empresário aparece no meio de uma confusão com bastante gente. Ele cai durante a briga e é agredido com socos e chutes. Em seguida, ele se levanta e é contido por outros homens.

Em um segundo momento, cerca de 10 minutos depois, registrado por outra câmera, é possível ver o empresário já sem camisa sendo agredido novamente. Ele cai no chão desacordado e um dos agressores ainda dá mais um chute nele, que fica no chão enquanto os homens vão embora.

Wagner Rogério da Silva, de 39 anos, atuava no segmento de guinchos em Limeira — Foto: Reprodução/ EPTV

Resgatado pelo Samu

Silva, que era conhecido como Guigo, foi resgatado pelo Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) na esquina da Rua Duque de Caxias com a Avenida Piracicaba, próximo a um posto de combustíveis, e foi levado à Santa Casa de Limeira, mas não resistiu.

O empresário trabalhava com guinchos de veículos e também organizava eventos de motos em Limeira. Durante o velório dele, nesta quinta-feira (16), amigos falaram que ele era muito querido na cidade.

“Rapaz muito bom, bem quisto, ajudava as pessoas, trabalhava”, conta o soldador, José Milton Gonzaga da Rocha. Guigo foi enterrado no final da tarde desta quinta, no Cemitério Parque, em Limeira.

Investigações

O delegado responsável pelas investigações deve ouvir mais testemunhas da confusão e do espancamento, além de analisar as imagens para identificar os agressores.

“A gente trabalha na possibilidade de [que os agressores sejam] ‘pseudosseguranças’ ou clientes que estavam na casa noturna e, por motivos dessa discussão, tenham saído para brigarem. Eu não acredito que ninguém tinha a intenção, no primeiro momento, de matá-lo”, aponta o chefe de polícia, Francisco Paulo Oliveira Lima.

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