Lojistas já faturam com itens de decoração e presentes para o Natal

Para este ano, projeção é de que as vendas sejam melhores que as do ano passado.

Com o avanço da vacinação, as festas de final de ano prometem mais faturamento para o comerciante em relação ao ano passado. Na data mais importante para as vendas, já é Natal para o comércio de rua. Na região da 25 de Março, em São Paulo, as lojas já estão cheias.

Numa loja de decoração e presentes, por exemplo, já tem papai noel cantando na entrada. A gerente Raquel Santana explica que foi preciso renegociar aluguel e reduzir o número de funcionários, além de vender pela internet. Mas nos últimos meses o movimento foi voltando. Hoje ela recebe 150 clientes por dia de todo o país.

Raquel vende plantas, vasos e enfeites natalinos. A expectativa é alta para o fim de ano: aumento de pelo menos 30% nas vendas em relação ao ano passado.

Com o consumo aquecido, a gerente está enfrentando outro desafio: a falta de mercadorias. Metade do que ela encomendou não chegou. “Como os produtos vêm todos da China, eles tiveram muita dificuldade com o transporte. Então está faltando bastante mercadoria que ainda não chegou.”

No bairro do Brás, outro centro do comércio popular na capital paulista, famoso por suas confecções, o clima de Natal também já começou. Os clientes são lojistas de todo o país, que gastam de R$ 600 a R$ 5 mil por compra.

Veronica Chung, dona de empresa que só vende para o atacado, está há 20 anos no mercado. Para ela, as vendas de Natal acontecem em outubro. Para atrair os revendedores, oferece roupas a partir de R$ 30. São mais de 500 modelos de roupas para o Natal.

Apesar de ainda faturar menos que antes da pandemia, Veronica espera um Natal melhor, com aumento de 20% nas vendas.

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ÁGIL DPVAT