Queixa de Lula na ONU sobre possível atitude parcial do juiz Sérgio Moro, que levou o ex-presidente à prisão, fica para 2019

A última reunião do Comitê de Direitos Humanos das Nações Unidas, iniciada na segunda-feira, em Genebra, não colocou o caso em pauta.

Nas próximas duas semanas, o órgão vai avaliar 22 reclamações individuais. Entre elas, deportações, violações de tratados internacionais e de direitos básicos e alguns, considerados inadmissíveis.

Uma das especialistas do Comitê, Margo Waterval, disse, ao Estadão, que o pedido de Lula não foi incluído na agenda por “haver um volume grande de casos”.

Advogados de Lula levaram a reclamação para a ONU em 2016.

Em agosto passado, o Comitê pediu às autoridades brasileiras para manter os direitos políticos do petista até avaliação do Supremo Tribunal Federal. E até que o mérito do caso fosse decidido, em Genebra.


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