Médico pediatra é preso acusado de abusar sexualmente de um paciente de 14 anos em Hortolândia, SP

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Homem, de 65 anos, foi alvo de mandado de prisão preventiva expedido há dois dias pela Justiça.

Um médico pediatra foi preso em Monte Mor (SP), acusado de abuso sexual contra um adolescente de 14 anos. Ele foi levado para uma penitenciária em Sorocaba (SP) na tarde desta sexta-feira (5), segundo a Secretaria de Administração Penitenciária (SAP).

Leopoldo Paviotti, de 65 anos, foi alvo de um mandado de prisão preventiva expedido há dois dias pela 1ª Vara Criminal de Hortolândia (SP), e foi localizado em uma clínica em Monte Mor. O advogado dele, João Paulo Sangion, considerou que a prisão foi infundada e arbitrária, e destacou que irá se manifestar sobre o conteúdo das investigações somente no processo.

O inquérito para investigar o caso foi aberto em 3 de janeiro pelo 1º Distrito Policial de Hortolândia. A apuração, acompanhada pela 2ª Promotoria de Justiça da cidade, está em segredo de Justiça. O médico tem registro ativo como pediatra no Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp).

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A Polícia Civil, que fez o pedido de prisão preventiva, investiga crime de estupro contra vulnerável. O médico atuava de forma particular em Monte Mor e Hortolândia. Os policiais militares disseram que o homem ficou surpreso com o mandado, mas não resistiu. A vítima que teria sofrido o suposto abuso é paciente do médico.

Aposentado desde junho

Em nota, a Secretaria de Saúde em Hortolândia informou que o médico fez parte do quadro de servidores do município até junho e está aposentado desde então. “A administração municipal está à disposição das demais autoridades para colaborar com a investigação”, diz o texto.

Já Monte Mor destacou que o médico era residente na cidade, mas não atuava na rede pública.

O que diz o Cremesp?

Em nota, o Conselho Regional de Medicina informou que o médico tem registro desde 1982. A entidade informou, por meio de assessoria, que “não foi comunicado oficialmente sobre o caso em questão e que poderá investigar”. Se aberta, a apuração ocorre sob sigilo, informou a assessoria.

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