Megaoperação integrada entre SP, MG e RJ apreende cerca de 6 toneladas de drogas

Na ação, 696 criminosos foram detidos e 56 armas de diferentes calibres retiradas das ruas.

A Operação “Divisas Integradas IV”, que reuniu as forças de segurança dos estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, além de agentes federais do Exército, da Marinha, da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal, resultou na apreensão de mais de 5,8 toneladas de drogas e na detenção de quase 700 pessoas. Os trabalhos foram deflagrados simultaneamente nos três estados no último dia 12, estabelecendo um marco de integração e parceria entre as polícias. As atividades foram realizadas com o objetivo de reforçar o combate ao crime e aumentar a percepção de segurança.

Cerca de 8,5 mil policiais dos territórios participantes, agentes do Exército Brasileiro, da Marinha e demais órgãos federais foram empenhados nos trabalhos. As ações preventivas, ostensivas e para cumprimento de mandados judiciais, foram realizadas ao longo das divisas das unidades federativas. Para isso, foram empenhados 3.285 viaturas, sete aeronaves, 15 drones e 16 embarcações.

Como resultado das atividades, além das 696 detenções, sendo 657 adultos presos e 39 adolescentes apreendidos, ao longo das diligências ainda foram apreendidas 5,8 toneladas de drogas e 56 armas de fogo ilegais. Também foram recuperados 48 veículos produtos de roubo ou furto.

Participaram da operação a Secretaria Estadual da Segurança Pública (SSP) e da Fazenda e Planejamento (Sefaz) de São Paulo, as secretarias de Estado de Polícia Civil (Sepol) e de Polícia Militar (SEPM) do Rio de Janeiro, bem como a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais (Sejusp), Secretaria de Estado de Fazenda de Minas (SEF) e polícias Militar, Civil e Penal do Estado. 

No âmbito federal, estavam integrados o Exército Brasileiro, a Marinha do Brasil, a Polícia Rodoviária Federal e a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

Os trabalhos foram realizados nos limites das unidades federativas, sendo que, em relação a São Paulo e Rio de Janeiro, as atividades aconteceram no Vale do Paraíba Paulista e Fluminense – duas regiões que também fazem divisa com o sul de Minas Gerais e as sub-regiões de Bragança Paulista e Campinas, onde também foram realizados trabalhos dentro da operação.

A ação também contemplou as áreas metropolitanas da Capital de São Paulo e da Baixada Santista que, apesar de não estarem localizadas nas divisas, têm influência nos principais eixos de ligação entre os três estados por meio das rodovias Fernão Dias, Presidente Dutra e Rio-Santos.

Forças de segurança paulista

No Estado de São Paulo, por parte da PM, integraram as atividades a Coordenadoria de Operações (Coordop), o Centro de Inteligência (CIPM) e os comandos de policiamento Metropolitano (CPM) e das regiões de São José dos Campos (CPI-1), Campinas (CPI-2) e Santos (CPI-6), além dos comandos de policiamento Rodoviário (CPRv), Ambiental (CPAmb), de Choque (CPChq) e de Aviação (CavPM).

No contexto da Polícia Civil, participaram a Delegacia Geral de Polícia (DGP) por meio dos departamentos estaduais de Investigações Criminais (Deic) e de Prevenção e Repressão ao Narcotráfico (Denarc); os departamentos de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC), de Operações Policiais Estratégicas (Dope) e de inteligência (Dipol); além dos departamentos de Polícia Judiciária da Macro São Paulo (Demacro) e das regiões de São José dos Campos, Campinas e Santos.

Os trabalhos também contaram com o apoio da Superintendência de Polícia Técnico-Científica (SPTC) e do Centro Integrado de Inteligência de Segurança Pública (CIISP), do Centro de Operações Integradas (COI).

Operação Divisas Integradas

A primeira edição da operação ocorreu em julho do ano passado entre os estados de São Paulo e Minas Gerais. Em agosto, mais uma ação foi realizada, reunindo o território paulista e o estado do Paraná. A terceira fase foi deflagrada em outubro, unindo pela primeira vez mais de duas unidades federativas, contando com a participação de forças de segurança de SP, MG, PR e Mato Grosso do Sul.

Nesta quarta fase da operação, e a primeira do ano de 2021, o marco foi a participação do único estado que até então não tinha composto a ação interagências – o Rio de Janeiro.

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ÁGIL DPVAT