A iniciativa sustenta que os pais devem exercer papel central nas decisões relacionadas à formação e à educação dos filhos, considerando a responsabilidade familiar e a convivência cotidiana.
O movimento “Meus Filhos, Minhas Regras”, defendido por Felipe Carmona, propõe ampliar o debate sobre a autonomia das famílias e os limites da atuação do Estado e de terceiros na criação e na educação de crianças e adolescentes.
A iniciativa sustenta que os pais devem exercer papel central nas decisões relacionadas à formação e à educação dos filhos, considerando a responsabilidade familiar e a convivência cotidiana. Carmona também questiona a influência de governos, autoridades e personalidades públicas em decisões que, segundo ele, devem permanecer prioritariamente no âmbito familiar.
“Além dos pais, quem pode amar mais os filhos? Não é o governo, não é o Felca e não é ninguém de fora da família. Os pais devem ter voz e responsabilidade sobre a criação dos seus filhos”, afirma Carmona.
A proposta, no entanto, está inserida em um debate que envolve diferentes perspectivas. De um lado, o movimento defende maior autonomia dos pais na condução da educação dos filhos. De outro, a discussão também passa pelas responsabilidades atribuídas ao Estado e à sociedade na garantia dos direitos e na proteção de crianças e adolescentes, conforme estabelece a legislação brasileira.
Dessa forma, o movimento “Meus Filhos, Minhas Regras” leva para o debate político questões relacionadas à família, educação, liberdade, responsabilidade parental e aos limites da intervenção de agentes externos nas decisões familiares.



