A situação, já teria provocado o cancelamento de festividades e aumentado a sensação de insegurança no local.
A Praça Alexandre Bertolini, no Jardim Fátima, em Araras (SP), está há pelo menos quatro meses praticamente às escuras, segundo relatos de um morador e ativista da comunidade. A situação tem gerado indignação entre os moradores e levantado questionamentos sobre a demora para que o problema seja resolvido.
De acordo com Brucieri, a falta de iluminação já teria causado impactos diretos para a comunidade. Duas festividades tradicionais, uma festa junina e outra julina, precisaram ser canceladas por conta da ausência de iluminação no espaço, segundo o relato. E o problema não fica apenas na falta de eventos.
Durante a noite, a praça se transforma em um ponto de preocupação para quem precisa passar pelo local. O morador afirma que já testemunhou uma pessoa idosa tropeçar enquanto caminhava pela praça durante a noite, situação que acende um alerta para os riscos enfrentados principalmente por idosos e demais pessoas que utilizam o espaço após o anoitecer.
PRAÇA DEVERIA SER ESPAÇO DE LAZER, MAS VIROU MOTIVO DE PREOCUPAÇÃO
A praça deveria ser um local de convivência, lazer e encontro para as famílias do Jardim Fátima. Porém, com a iluminação comprometida, moradores relatam que a comunidade acaba se afastando do espaço durante a noite.
A cobrança por uma solução ganhou também o apoio da vereadora Ana Júlia Casagrande, que entrou em contato com nossa reportagem e informou que a situação já foi reivindicada anteriormente.
Segundo a vereadora, o pedido será reforçado junto aos responsáveis, na expectativa de que a iluminação seja restabelecida o quanto antes.
💡 MORADORES ESPERAM UMA RESPOSTA
Enquanto a solução não chega, fica a expectativa dos moradores para que a Praça Alexandre Bertolini volte a ser um espaço seguro e frequentado pela comunidade.
Quatro meses no escuro significam quatro meses sem que as famílias possam utilizar plenamente um espaço público que deveria estar à disposição da população.
Agora, a comunidade espera que a cobrança seja atendida e que as luzes voltem a acender — e, com elas, a vida da praça.



