Outras três pessoas ficaram feridas na batida que ocorreu no Km 171 da Rodovia Geraldo de Barros, no sentido São Pedro (SP).

Por G1 Piracicaba e Região


Um motorista alcoolizado foi levado para a delegacia após provocar um acidente que matou uma pessoa e deixou outras três feridas na altura do quilômetro 171 da Rodovia Geraldo de Barros (SP-304), em Piracicaba (SP), na tarde deste domingo (10).

Acidente deixou mulher idosa morta e três feridos em Piracicaba — Foto: Arquivo pessoal

A vítima fatal é Ines Araujo Crepaldi, de 70 anos. Dentre os feridos, dois tiveram alta entre a noite de domingo e manhã desta segunda-feira (11). O outro, um idoso de 72 anos, segue internado em estado grave no Hospital dos Fornecedores de Cana (HFC).

De acordo com a Polícia Rodoviária, o condutor do veículo Gol de 33 anos bateu na lateral de um EcoSport na rotatória para quem sai do bairro para acessar a rodovia. Um teste de bafômetro confirmou que ele estava alcoolizado.

Uma das faixas no sentido São Pedro (SP) foi bloqueada para o atendimento das vítimas. Ines Arauja será velada no Cemitério Municipal de São Pedro durante a tarde desta segunda.

Outras três pessoas ficaram feridas na batida que ocorreu no Km 171 da Rodovia Geraldo de Barros, no sentido São Pedro (SP) — Foto: Arquivo pessoal

Motorista liberado

O homem foi levado para o plantão da Polícia Civil de Piracicaba, onde foi submetido a testes clínicos por uma médica legista. Segundo o boletim de ocorrência, ainda no local do acidente ele soprou o bafômetro e constou 0.52 miligramas de álcool por litro de ar alveolar.

“Segundo a médica legista, o autor está alcoolizado, mas não embriagado e sem alterações psicomotoras. Segundo a médica legista, o condutor alegou que é diabético e faz uso regular de insulina e que este medicamento poderia ter alterado o teste de etilômetro”, aponta o boletim de ocorrência.

“A autoridade policial deixou de tomar qualquer medida coercitiva contra o autor, pelo homicídio culposo agravado pela embriaguez, uma vez que, por hora, foi demonstrado a culpa no acidente, mas não a prova da embriaguez”, aponta o documento.

Com isso, foi colhido sangue para exame toxicológico para confrontar as informações do bafômetro e do exame da médica legista. O homem foi liberado e o caso foi registrado como homicídio culposo.