Mototaxista: profissional de risco

Para se protegerem, o proprietário de uma base esclarece que os mototaxistas usam algumas técnicas

Toda profissão tem um risco, mas estar exposto a ele 24 horas por dia é um fato com que os mototaxistas convivem cotidianamente. Embora o cuidado desses trabalhadores com relação aos clientes e aos locais solicitados, o perigo muitas vezes pode chegar aos pontos das motos, como por exemplo os constantes assaltos praticados na base. Onde assaltantes acabam levando dinheiro e motocicletas. Como já ocorrido em Araras (SP), meses atrás.

Nossa reportagem fez contato com um mototaxista, que nos pediu para não ser identificado. Ele reforça que a profissão é arriscada, mas ressalva que antes eram mais frequentes os casos de roubos a mototaxistas. “A classe está muito exposta a todos os tipos de vândalos e ladrões. A gente sai de casa para trabalhar e não sabe se volta. Mas, infelizmente, é a nossa profissão, tem esse risco, como as demais têm risco. Mas antes esse tipo de roubo era mais constante. Hoje diminuiu. Se for parar para analisar no contexto dos dias de hoje, os mototaxistas assaltados são menos, não ouvimos muito falar”, opinou.

Para se protegerem, o proprietário de uma base esclarece que os mototaxistas usam algumas técnicas, tentando identificar se a corrida é confiável ou não. “Nós, que somos mototaxistas de ponto, temos clientes mais antigos em quem confiamos. Mas aquele cliente que vai chegando devagar, cliente novo, a gente tem uma desconfiança maior sobre ele. Mas o risco é constante todos os dias, via celular, telefone fixo do ponto, na porta… Mas o mototaxista com ponto fixo de trabalho tem uma segurança maior, a gente tenta intervir de uma forma ou de outra para não haver esse tipo de crime. Mas infelizmente acontece”, concluiu.

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ÁGIL DPVAT