Mulher dá à luz trigêmeos 10 meses após ter gêmeos 

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Com a chegada dos meninos, agora ela tem nove filhos e uma enteada.

A mulher que deu à luz trigêmeos 10 meses após ser mãe de gêmeos contou que ela e o companheiro não tinham planos de ter mais crianças. O parto de Aline da Silva Costa, de 28 anos, aconteceu em Brusque, no Vale do Itajaí, na terça-feira (12). 

Com a chegada dos meninos, agora a jovem tem 9 filhos e uma enteada. “Foi um susto para nós, porque a gente não estava esperando trigêmeos. A gente não estava nem com plano de ter mais filhos”, conta Aline.

Os trigêmeos nasceram com 33 semanas de gestação após uma cesária. Segundo o hospital, Vitor Hugo, Victor e Valentim estão sendo monitorados na UTI neonatal da unidade. Aline conta que, no primeiro ultrassom, apenas um bebê foi visto na barriga dela. No segundo procedimento, feito com 22 semanas, o médico informou que a catarinense esperava três meninos. “Falou até o sexo dos bebês”, conta.

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Caso raro

Pediatra e neonatologista, Danielle Gutierres considera a gestação de trigêmeos após o nascimento de gêmeos “bastante difícil” de ocorrer. “Eventualmente a gente tem gestação trigemelar, mas a sequência de gêmeos e depois trigêmeos, ainda mais num intervalo de tempo tão curto, eu nunca havia atendido”, comenta.

Já o médico obstetra Getúlio de Almeida considera o episódio “raríssimo”. “O mais interessante de tudo é o fato que ela não induziu a gravidez e que ela tinha tido gêmeos 10 meses antes”, diz.

O parto

Aline e o Elisandro Antunes, de 32 anos, moram em Criciúma, no Sul catarinense, e foram para o hospital de Brusque por conta da falta de leitos de UTI neonatal na região.

No dia 6 de julho, a Central de Regulação da Secretaria de Estado da Saúde (SES) já tinha pedido leitos ao Hospital Azambuja. A mãe chegou à unidade no dia 8 passada, mas o obstetra decidiu esperar até terça-feira para que os bebês aumentassem de tamanho.

Os trigêmeos foram uns dos primeiros bebês a ocupar a recém inaugurada UTI Neonatal do hospital, onde devem ficar por cerca de duas semanas. “A minha madrinha mora aqui e está ajudando no que eu preciso. Tem bastante gente apoiando. Os enfermeiros também dão apoio”, relata o pai.

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