Mulher recebeu apoio após denúncia feita pela nossa reportagem.
A denúncia feita por uma mulher de 28 anos, que afirma ter sofrido assédio envolvendo um personal trainer dentro de uma academia de Araras (SP), provocou repercussão e manifestações de apoio. Após a divulgação do caso, surgiram comentários de outras pessoas relatando que essa não seria a primeira denúncia de comportamento semelhante envolvendo o estabelecimento.
O episódio inicialmente denunciado teria ocorrido na tarde de quinta-feira (24). A mulher procurou a nossa reportagem e informou que registrou um boletim de ocorrência on-line na manhã de sexta-feira (25).
Segundo o relato da vítima, após o episódio ela procurou a gerência da academia, comunicou o ocorrido e pediu providências. Ela afirma, entretanto, que nenhuma medida teria sido adotada naquele momento. “Estou abalada”, declarou.
Vítima recebe apoio após denúncia
Com a repercussão, diversas manifestações defenderam a atitude da mulher de registrar a ocorrência e tornar público o relato, além de cobrarem acolhimento às mulheres que denunciam situações de assédio.
Também surgiram comentários afirmando que outras denúncias de assédio já teriam ocorrido na mesma academia. Essas novas alegações, no entanto, são relatos de terceiros e ainda não foram comprovadas ou formalmente confirmadas pelas autoridades, razão pela qual não podem ser apresentadas como fatos consumados.
O caso reacende a discussão sobre a importância de acolher vítimas, incentivar a formalização de denúncias e garantir que situações dessa natureza sejam devidamente apuradas, preservando ao mesmo tempo o direito de defesa das pessoas mencionadas.
Nome da academia segue preservado
O nome da academia permanece preservado neste momento para não interferir na apuração dos fatos e evitar exposição indevida antes que as circunstâncias sejam esclarecidas.
O Grupo Repórter Beto Ribeiro entrou em contato com o estabelecimento, mas não obteve retorno até o fechamento desta reportagem. O espaço permanece aberto à academia e ao profissional mencionado para que apresentem suas versões.
A reportagem também está aberta a outras pessoas que eventualmente tenham passado por situações semelhantes e desejem apresentar seus relatos e documentos, que serão tratados com responsabilidade e preservação das vítimas.
Imagem ilustrativa
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