A atleta fez questão de destacar que, mesmo sendo uma modalidade individual, a corrida é construída de forma coletiva.
Não é apenas sobre cruzar linhas de chegada, colecionar medalhas ou marcar tempos no relógio. Para a atleta ararense Léia Claro, correr é muito mais profundo. “Correr é sentir a vida pulsar fora das redes sociais”, define. É resistência emocional, é insistir quando o corpo pede pausa e o coração pede para continuar.
Durante entrevista concedida ao Grupo Repórter Beto Ribeiro, Léia falou com sinceridade sobre sua trajetória no esporte e o significado que a corrida tem em sua vida. Em cada palavra, emoção e gratidão. “Não é só corrida. É vida acontecendo fora das redes”, afirmou. “Tem dias difíceis, tem cansaço, tem dor, mas também tem propósito. E eu só continuo porque não estou sozinha. Obrigada a quem me ajuda a continuar”, completou.
A atleta fez questão de destacar que, mesmo sendo uma modalidade individual, a corrida é construída de forma coletiva. “A corrida é individual, sim, mas ninguém chega sozinho”, enfatizou. “Cada passo meu carrega o apoio de quem acredita, de quem incentiva, de quem soma, mesmo quando não aparece. Sou muito grata a todos”, disse, visivelmente emocionada.
A história de Léia Claro é marcada por disciplina, superação e gratidão. São madrugadas silenciosas, treinos sob sol ou chuva, dias em que o corpo pesa e a mente hesita. “Tem dia que a gente pensa em parar, mas lembra de tudo o que já venceu e segue em frente”, contou. “O apoio da família e dos amigos faz toda a diferença. Eles correm comigo, mesmo fora das pistas”.
Representando Araras com orgulho, Léia se tornou inspiração para outras pessoas que veem no esporte uma ferramenta de transformação. “A corrida me ensinou a acreditar em mim”, afirmou. “Cada quilômetro é uma vitória, cada chegada é um agradecimento”.
Porque, para Léia Claro, correr vai além do esporte. “Correr é sentir que nunca estou sozinha”, concluiu.



