Novo meio de locomoção que não usa gasolina começa a tomar as ruas

Com a alta nos preços dos combustíveis, produto ganha destaque e passa a ser vendido em maior quantidade em muitas cidades do país.

A alta no preço dos combustíveis fez com quem muitos brasileiros substituíssem os meios de locomoção tradicionais, movidos por gasolina e etanol, por exemplo, por outros que não utilizam essas fontes de energia. Uma das soluções encontrada foi a aquisição de motos elétricas, também chamadas de scooters.

Em Goiás, mais precisamente na capital Goiânia, Daniel Lima, dono da concessionária Goiás Motos, declarou que a procura por motos elétricas teve um aumento nos últimos meses. O motivo estaria associado com a alta da gasolina, fator que vem afastando cada vez mais os motoristas dos postos de abastecimento.

“Tem dez anos que [a scooter] é um produto parado. As motos chegavam a estragar dentro da loja, porque realmente ficavam esquecidas”. Agora, segundo o empresário, a venda mensal de motos elétricas chega entre 10 a 15 unidades por mês.

Praticidade

De acordo com Lima, a scooter acaba sendo mais prática, principalmente em razão da sua eficiência para pequenas distâncias. “Para não ter que tirar o carro da garagem, a scooter acaba sendo mais prática. Para distâncias menores ela também oferece essa vantagem”, declarou o empresário.

Atualmente, os modelos de motos elétricas disponíveis no mercado são comercializados por valores entre R$ 6.690 e R$ 10.900. Sem recorrer a gasolina ou etanol, esse meio de locomoção precisa apenas ser carregado na tomada para entrar em ação. O tempo de recarga gira em torno de seis a sete horas.

No quesito autonomia, o veículo consegue fazer entre 50 e 70 km sem necessitar de novo carregamento. Sua eficiência energética pode variar conforme o peso que a moto está carregando, o trajeto, distância, dentre outras variáveis externas.

Preciso de CNH para pilotar uma moto elétrica?

Quem pensa em aposentar o carro na garagem em troca de uma scooter deve ter em mente que para sua utilização é necessário roupas específicas e capacete de proteção.

De acordo com o Conselho Nacional de Trânsito (Contran), depois de uma atualização no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) em 2020, as motos elétricas foram enquadradas na categoria ciclomotores.

Sendo assim, para pilotar esse meio de locomoção, é preciso ter uma carteira de habilitação do tipo “A” ou a chamada Autorização para Conduzir Ciclomotores (ACC).

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ÁGIL DPVAT