Número de organizações sem fins lucrativos diminui 14% em 3 anos

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De acordo com o IBGE, em 2016 havia 237 mil fundações privadas e associações registradas no Brasil.

Em 2016, o Brasil possuía 237 mil fundações e associações sem fins lucrativos registradas no Cadastro Central de Empresas (CEMPRE). Os dados são da edição mais recente da pesquisa FASFIL (Fundações Privadas e Associações sem Fins Lucrativos), divulgada pelo IBGE na semana passada. Houve uma queda de 14% nas instituições ativas, em relação a 2013.

Entram na classificação de FASFIL apenas organizações que preencham todos os seguintes requisitos: sejam privadas, sem fins lucrativos, institucionalizadas, auto administradas e voluntárias, além de registradas no CEMPRE.

Os principais focos de atuação dessas entidades são: Religião (35,1%), Cultura e Recreação (13,6%) e Desenvolvimento e defesa de direitos (12,8%). E as maiores concentrações dessas entidades sem fins lucrativos estão no Sudeste (48,3%), Sul (22,2%) e Nordeste (18,8%) e em menor grau no Norte (3,9%) e no Centro-Oeste (6,8%).

Dessas instituições, 64,5% não possuíam empregados assalariados. Nos outros 35,5% das Fundações e Associações, estavam empregados 2,3 milhões de pessoas, com uma remuneração média de R$ 2.653,33, em 2016. A maioria dos empregados eram  mulheres (66,0%), porém mesmo em maior número elas só recebiam o equivalente a 76% (R$ 2.395,52) da remuneração média masculina, que era de R$ 3.151,83.

O pessoal assalariado das entidades entre 2010 e 2016 cresceu 11,7%, e os salários médios mensais aumentaram 8,2% em termos reais. A pesquisa também atestou que os assalariados que possuem nível superior ganham 5,1 salários mínimos nessas entidades, enquanto que a média salarial das organizações registradas no CEMPRE é de 6,3 salários mínimos.

Para ler mais sobre a FASFIL 2016, acesse este link.