O que levar em consideração na hora de fazer sua reserva de emergência?

Em tempos de covid-19, evidenciou-se a necessidade de ter uma reserva de emergência – e, claro, de fazer planos concretos para o futuro.

O brasileiro tem se preocupado mais com a melhor idade. Em outras épocas, não havia uma busca tão evidente por uma segunda fonte de renda; com o avanço da Reforma da Previdência e as oscilações econômicas, tudo mudou.

Hoje, as pessoas frequentemente fazem buscas sobre a melhor previdência privada e já separam uma parte do salário para o investimento, que realmente faz uma enorme diferença na época da aposentadoria. Isso não é tudo: há, também, o aumento da necessidade de guardar dinheiro para situações de emergência.

Neste artigo, falaremos um pouco mais sobre como fazer uma boa reserva de emergência. Acompanhe:

Entendendo o que é uma reserva de emergência

Como o nome sugere, trata-se de uma quantidade de dinheiro que pode ser utilizada em momentos de emergência, como demissão ou problemas de saúde.

Quando temos esse dinheiro “extra”, poupamos a nossa saúde mental, conseguimos nos concentrar no que está acontecendo (e exige ação imediata) e evitamos o surgimento de dívidas.

Não se trata, convém salientar, de guardar um dinheiro na poupança e “deixar lá”. A poupança, na verdade, não pode ser considerada um investimento: ela rende muito pouco e, às vezes, fica abaixo da inflação. Na prática, significa que o investidor, com o passar dos anos, está perdendo dinheiro em vez de ganhar.

Para evitar que isso aconteça, a melhor opção é optar por investimentos de prazo mais curto, que ofereçam a possibilidade de resgate imediato em caso de necessidade.

Geralmente, as pessoas optam por investimentos em renda fixa, que são seguros e com rentabilidade mais satisfatória que a poupança. Observe apenas as taxas de administração, uma vez que elas podem reduzir a rentabilidade das suas aplicações.

Por onde começar?

Primeiro, você tem que saber o quanto gasta e para onde o seu dinheiro está indo. Você precisará organizar as suas contas, tirar a média dos gastos mensais que não são fixos (luz e água, por exemplo) e, então, avaliar como tem tratado o seu dinheiro.

Não é incomum, nessas horas, que percebamos o quanto gastamos com coisas superficiais, que não acrescentam na nossa qualidade de vida. Uma boa dica é: sempre analise o seu cartão de crédito, as suas oscilações de gastos e para onde tem ido o seu dinheiro.

Em épocas de pandemia, as pessoas podem “perder a mão” na hora de comprar online, uma vez que esse tipo de compra impulsiva está atrelada a sentimentos de potência e ansiedade, naturais em momentos socialmente delicados.

Além disso, os deliveries e afins, descontados diretamente do cartão de crédito, aumentam a nossa percepção sobre o nosso próprio poder de compra.

Na prática, chegamos ao final do mês com contas que, às vezes, ultrapassam os nossos ganhos mensais. Isso nos obriga a parcelar faturas, gerando dívidas, ou a gastar mais do que poderíamos… O que, claro, também gera mais dívidas. E a bola de neve está formada.

Feita a avaliação do seu comportamento financeiro, é importante mapear o que é supérfluo. Verifique o que você está fazendo errado e atue para corrigir o problema em curso. Pode ser difícil, mas acredite: vai valer a pena.

Planejamento é tudo

A partir daí, será necessário fazer um planejamento de finanças e agir de forma um pouco mais rígida na hora de fazer compras.

Será que é necessário comprar outra peça de roupa, se você já fez isso no mês passado? Em vez de pedir delivery duas vezes na semana, que tal pedir duas vezes no mês e dedicar-se a fazer novos pratos? E por aí vai.

A partir dessas atitudes, que são pequenas e grandes ao mesmo tempo, é possível ter “mais dinheiro” ao final do mês. E esse dinheiro, veja, pode e deve ser investido, ainda que pareça modesto à primeira vista. Aos poucos, constrói-se uma reserva inteligente, com boa rentabilidade.

Na hora de aplicar o dinheiro, é importante que você escolha aplicações que dialoguem com o seu perfil de investidor e que, como já mencionamos, tenham liquidez diária.

Além disso, vale sempre perguntar sobre a questão das taxas de administração e sobre demais descontos, uma vez que isso pode derrubar os seus rendimentos. Na dúvida, entre em contato com um especialista.

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