Pesquisa aponta 10 principais problemas na saúde brasileira

BA - HOSPITAL/BA/SUSPENSÃO/ATENDIMENTOS - CIDADES - Devido a falta de leitos, pacientes internados ficam em macas nos corredores do Hospital de Base de Vitória da Conquista, o maior do sudoeste da Bahia. Acompanhantes dos pacientes têm de dormir em colchões no chão. A diretoria do hospital, onde cerca de 120 pessoas são atendidas por dia, divulgou nota nesta segunda-feira, 4, informando que estão suspensos atendimentos ambulatoriais, devido a superlotação. "Até segunda ordem, será prestado socorro aos pacientes graves e aos encaminhados pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência e Via Bahia (concessionária da BR-116)", diz a nota. 04/02/2013 - Foto: MÁRIO BITTENCOURT/BAPRESS/PAGOS

Falta de médicos e remédios ainda lideram.

A saúde brasileira continua agonizante. Não melhora na rede pública e também não é ideal na rede particular.

Os dados são da pesquisa feita pelo UOL, que listou os 10 principais problemas do setor.

No Sistema Único de Saúde, as maiores queixas são a falta de médicos e medicamentos.

Já na rede de atendimento particular, as reclamações são as altas mensalidades e a falta de cobertura para diversas doenças e exames.

Outros problemas citados foram: a longa espera para marcar consultas no SUS e a longa espera no atendimento de emergência.

Críticas à formação dos médicos e a falta de investimentos públicos ficaram com a quinta e sexta colocação entre as prioridades.

Outros três problemas se referem aos planos de saúde que, além da mensalidade cara e cobertura falha, não oferecem ou dificultam o reembolso de procedimentos que deveriam ser de uso livre.

É o caso, por exemplo, da assistência aos recém-nascidos, internação e consultas ilimitadas.

Por fim, na última colocação, mas reclamado em todo o atendimento, vem o tópico discriminação.

Quase 11% da população brasileira – o equivalente a mais de 15 milhões de pessoas – se sentiram discriminadas tanto na rede pública como na particular.


Tem uma sugestão de reportagem? Nos envie através do WhatsApp (19) 99861-7717.