Polícia Civil segue com investigação para descobrir quem divulgou vídeo de adolescente morta

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Raíssa, 14, foi assassinada por outras duas adolescentes, que foram apreendidas.

Além do assassinato de Raíssa Sotero Rezende, 14 anos, a polícia de Pernambuco também está investigando quem divulgou e espalhou o vídeo que mostra o momento em que o crime é cometido. A jovem foi torturada durante duas horas por outras duas adolescentes, de 15 anos, na praia de Maria Farinha, bairro de Paulista, na Grande Recife, e acabou morrendo.

As imagens que mostram a garota torturada e afogada se disseminaram pelas redes sociais pouco depois do assassinato, ocorrido na terça-feira (25/06/19). Segundo as investigações, Raíssa foi morta por sua ex namorada, que não aceitava o término do relacionamento. A autora foi apreendida junto com outra adolescente que também teria participado da ação.

O compartilhamento de conteúdos mostrando pessoas mortas é considerado crime pela lei brasileira. O responsável pela publicação das imagens pode ser enquadrado no artigo 212 do Código Penal, que prevê o crime de vilipêndio de cadáver e estabelece pena de uma a três anos de prisão e multa.