Polícia Militar Ambiental flagra homem pescando em plena piracema e resgata aves mantidas em cativeiro na cidade de Piracicaba, SP

Com relação aos passeriformes coube a reintrodução na natureza, o papagaio do mangue foi recolhido a sede do pelotão para posterior destinação.

Na tarde deste sábado (20), durante “Operação Servir e Proteger” em patrulhamento ambiental as margens do rio Piracicaba, os policiais militares cabo Fernando e soldado Claudino, flagraram uma pessoa em ato de pesca amadoristica, desembarcada, onde utilizavan-se de caniço simples de nylon com molinete, no momento da abordagem não havia pescado.

Diante do fato e tendo em vista o período de piracema (01/11/20 à 28/02/21) foi lavrado um Auto de Infração Ambiental com sanção de advertência, com base no Artigo 35 Caput da Resolução SIMA-005/21, por pescar em local ou época proibida.

A ocorrência será apresentada via ofício à Polícia Civil, por infração in tese ao Artigo 34 Caput da Lei Federal 9.605/98. O equipamento de pesca aprendido e encaminhado a sede da polícia ambiental sito: a Av Brasil 540 bairro vila alemã – Rio Claro (SP). Autuado foi orientado com relação a legislação ambiental vigente.

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Ave nativa em cativeiro

Em decorrência do atendimento de denúncia dando conta de crime ambiental no tocante à fauna, foi logrado êxito pelos policiais ambientais cabo Fernando e soldado Claudino, a constatação pelo bairro Anhumas – Piracicaba (SP), da existência de sete aves pertencentes a fauna nativa brasileira, sendo três canários-da-terra verdadeiro (Sicalis flaveolla), um tico-tico-rei (Coryphospingus cuculatus), um bigodinho (Sporophila lineola), um coleirinho (Sporophila caerulescens), um pagaio do mangue (Amazona amazônica), mantidos em cativeiro em desconformidade com a legislação vigente, excluindo-se o papagaio, as demais aves estavam submetidas à situação de maus tratos (sem alimentação, água e ambiente sujo).

Com a chegada da equipe na residência do Sr. J.C.G, este foi até a lateral da residência e começou a soltar as aves, onde foram soltas um tico-tico-rei, um canário-da-terra-verdadeiro, um coleirinho, onde a equipe interviu e impediu a soltura das demais aves naquele momento.

Diante dos fatos, foram elaborados três autos de infração Ambiental que totalizando o valor de R$ 22.000,00 por violação dos artigos 25, 29 e 72 da Resolução SIMA 005/21, sem prejuízo da apuração da responsabilidade penal nos termos da Lei Federal 9605/98. Com relação aos passeriformes coube a reintrodução na natureza, o papagaio do mangue foi recolhido a sede do pelotão para posterior destinação.

ÁGIL DPVAT