Polícia usa tecnologia para tentar identificar mulher achada carbonizada em canavial

Corpo estava às margens da rodovia Gladys Bernardes Minhoto, em Itapetininga (SP). Tecnologia ajudou a reconstituir rosto da vítima, que ainda não foi identificada.

A Delegacia de Investigações Gerais de Itapetininga (SP) precisou usar um software de reconstituição de rosto para tentar identificar uma mulher encontrada carbonizada no meio de um canavial, às margens da rodovia Gladys Bernardes Minhoto (SP-129), em junho de 2018.

De acordo com a Polícia Civil, a reconstituição foi feita com base na tomografia do crânio da vítima, que continua sem identificação quase três anos após o crime. Na época, o laudo necroscópico apontou que a mulher tinha entre 20 e 30 anos e 1,54m de altura. Com a imagem do rosto, a polícia espera que um familiar possa ter acesso à foto e consiga identificar a mulher.

Ainda de acordo com a polícia, quem tiver alguma informação, pode entrar em contato pelo telefone (15) 3272-1318 e pela linha 197 da Polícia Civil. A DIG fica na Rua Pedro Marques, número 621, no Centro de Itapetininga.

Crime

O corpo foi encontrado no dia 23 de junho de 2018. De acordo com a Polícia Civil, funcionários de uma usina chegaram para trabalhar no período da manhã e encontraram a vítima.

Os policiais foram acionados e constataram que o cadáver estava carbonizado e sem uma das pernas. Ainda segundo a polícia, não foram encontrados objetos ou documentos que pudessem identificar a vítima.

CLIQUE NA IMAGEM E FALE DIRETO PELO WHATSAPP
ÁGIL DPVAT