Post de mulher morta por 5 no litoral de SP viraliza após crime: ‘A vida é um sopro’

Alessandra Tomie Watanabe Kokubun Fagundes tinha 41 anos e morreu após ser baleada na cabeça e no abdômen em Itanhaém, no litoral paulista. Polícia busca por criminosos.

A autônoma de 41 anos morta durante um assalto em Itanhaém, no litoral de São Paulo, publicou nas redes sociais uma reflexão sobre a vida ser um “sopro”, dias antes de ser vítima de latrocínio.

O caso ocorreu neste fim de semana, na Praça Benedito Calixto, quando ela foi cercada por cinco criminosos, que a balearam na cabeça e no abdômen. O crime ocorreu a 350 metros do 1º DP da cidade e, logo após o crime, a postagem da vítima acabou viralizando nas redes sociais (veja o post mais abaixo).

“Entenda… Dessa vida você só leva uma muda de roupa, e o pior, nem é você quem escolhe! #aproveiteavida #sopro #passarapido #faça #hoje”, diz a postagem feita em sua conta no Facebook.

De acordo com a Polícia Civil, Alessandra Tomie Watanabe Kokubun Fagundes foi morta por volta das 22h, durante um assalto. Ela foi abordada por um grupo que estava em um veículo azul rebaixado — carro que sofreu troca ou mudança em seu sistema de suspensão para ficar mais próximo do chão. A quadrilha anunciou o assalto e, em determinado momento, disparou contra a vítima. Em seguida, os bandidos fugiram levando o carro e o celular dela.

A vítima chegou a ser socorrida na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Itanhaém, já desacordada, e não resistiu aos ferimentos. A Polícia Militar foi acionada e fez buscas pela cidade para tentar localizar o bando, até que recebeu um chamado sobre um veículo pegando fogo na Rua Vinte e Um, no bairro Bopiranga. No local, os policiais encontraram o carro de Tomie incendiado.

Um morador da região contou às autoridades que o veículo roubado quase bateu contra o carro dele, na Rua João Mariano Ferreira. Os criminosos chegaram a apontar uma arma contra ele e logo depois fugiram em alta velocidade no sentido de Peruíbe.

O caso foi registrado como latrocínio no plantão da Delegacia Seccional de Itanhaém e será investigado pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG) da cidade. A Polícia Civil trabalha para identificar e localizar os autores do crime.

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ÁGIL DPVAT