Procurado suspeito de explodir agência bancária e distribuir armas é preso em Sumaré, SP

Arnon Afonso da Silva Vieira foi preso pela Polícia Civil de Hortolândia (SP) após sair de uma festa. Segundo ministério, ele atuou em crimes contra o patrimônio e organização criminosa.

A Polícia Civil de Hortolândia (SP) confirmou na tarde deste sábado (10) a prisão de Arnon Afonso da Silva Vieira, um dos integrantes da lista de procurados pelo Ministério da Justiça, em Sumaré (SP).

Segundo o site da pasta, ele atuou em crimes contra o patrimônio, organização criminosa e há suspeitas de participação na aquisição e distribuição de explosivos e armas na região de Campinas (SP), e de fazer parte da quadrilha que explodiu uma agência bancária de Piracicaba (SP) em 2018.

clique na imagem e saiba mais

De acordo com a polícia, o foragido, de 29 anos, foi localizado pela manhã após uma denúncia indicar que ele estava na festa em uma chácara no Parque Yolanda. Com isso, dois policiais civis e um guarda municipal foram ao local e aguardaram quatro horas até que flagraram Vieira saindo a pé do imóvel.

Ainda segundo a polícia, ele tentou fugir por um matagal na região, mas o local estava cercado por arame farpado e Vieira foi interceptado durante as buscas na região. A instituição destacou que ele tentou resistir, mas ninguém ficou ferido e não houve apreensões.

A polícia destacou que um mandado de prisão contra o foragido já havia sido expedido pela 1ª Vara de Hortolândia, após ocorrência com apreensão de armas. Detalhes, contudo, não foram informados.

O caso foi registrado pelo Distrito Policial de Hortolândia, enquanto Vieira foi levado para um centro detenção provisória (CDP). Nossa reportagem não conseguiu contato com a defesa do suspeito até a publicação.

Agência bancária invadida em Piracicaba ficou completamente destruída por dentro — Foto: Reprodução/EPTV

Explosão de agência

Ao menos oito carros, fuzis e explosivos foram utilizados pela quadrilha na ação que destruiu a agência da Caixa Econômica Federal no Centro de Piracicaba (SP), em maio de 2018. À época, três suspeitos foram presos, enquanto outros fugiram com dinheiro e joias.