A especialista ressalta que cada região do rosto possui características próprias e que a indicação do produto, a quantidade, o local e a técnica utilizada devem ser definidos de acordo com os objetivos e a anatomia de cada paciente.
O uso de bioestimuladores de colágeno tem ganhado espaço nos procedimentos estéticos por sua proposta de melhorar a qualidade da pele e contribuir para a sustentação facial. Porém, segundo a especialista em Harmonização Orofacial (HOF) Profa. Dani Cardoso, a técnica de aplicação é fundamental para alcançar resultados naturais.
A profissional da Faculdade São Leopoldo Mandic, destaca que um rosto com aspecto excessivamente volumizado após a aplicação merece uma avaliação criteriosa. Para ela, o bioestimulador não deve ser utilizado com o objetivo de simplesmente adicionar volume à face.
Quando o procedimento considera a anatomia individual, os ligamentos verdadeiros e os pontos adequados de tratamento, a proposta pode ser mais estratégica, buscando melhora da sustentação, efeito lifting e estímulo à produção de colágeno, sem necessariamente criar volume artificial.
A especialista ressalta que cada região do rosto possui características próprias e que a indicação do produto, a quantidade, o local e a técnica utilizada devem ser definidos de acordo com os objetivos e a anatomia de cada paciente.
Nesse contexto, o planejamento é apontado como um dos principais fatores para um resultado equilibrado. A avaliação profissional permite definir onde o produto deve ser aplicado e qual finalidade se pretende alcançar.
“Anatomia muda resultado” é o conceito central da abordagem apresentada pela Profa. Dani Cardoso: mais do que o produto utilizado, o conhecimento anatômico e a estratégia de aplicação são determinantes para a condução de um procedimento de harmonização facial.



