PROPINOSUCO: Justiça determina bloqueio de bens do ex-prefeito Valdeci Aparecido Lourenço e Angelica Miyuki Takahashi secretária do Conaaf em Conchal, SP

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Valdeci diz que “judiciário foi induzido a erro.

Por Gean Mendes – F5 Conchal

A decisão é do Juiz Felipe Guinsani e faz parte do processo de danos ao erário e enriquecimento ilícito, proveniente do caso de superfaturamento na compra de suco de laranja para merenda escolar (PROPINOSUCO).

Inclua-se, no polo passivo, Angelica Miyuki Takahashi e Valdeci Aparecido Lourenço. Nos termos do pedido ministerial, defiro a extensão da ordem de indisponibilidade de bens aos novos integrantes da lide, nos termos da decisão de fls. 280/287”, diz na decisão.

Em abril deste ano (2019) a justiça já havia bloqueado os bens da presidente do Conaaf, Marcia AssakoTazoi Takashahi.

A determinação dos bloqueios de bens dos envolvidos no processo, teve “também” com embasamento, a gravação que teria acontecido durante uma reunião entre os representantes da Conaaf (Associação dos agricultores familiar) e representantes da prefeitura, (atual administração Vando Magnusson), que descobriram todo o esquema graças aos trabalhos da auditoria interna, criada em 2017 para apurar o rombo de 32 milhões deixados pela administração do ex-prefeito Valdeci Aparecido Lourenço.

“Destaca-se que a gravação depositada em cartório, aproximadamente aos 8 minutos, confirma a existência de um “acordo verbal” entre o então Prefeito, Valdeci Aparecido Lourenço, e a associação demandada, para que as compras realizadas pela municipalidade fossem superfaturadas, fato este, que segundo o áudio trazido ao feito, era conhecido de Angelica, o que justifica, pelo menos em um juízo de cognição horizontal, a extensão do bloqueio. No mais, intime-se a União e o Ministério Público Federal, conforme requerido pelo representante do parquet às fls. 303/304. Cumpra-se com urgência. Int.” Diz o texto.

A gravação sugere um esquema onde a Conaaf (Associação dos agricultores familiar) lançava uma determinada nota fiscal com o valor superfaturado e, a prefeitura pagava o valor da nota para a associação. O dinheiro pago a mais, era devolvido para a “prefeitura”, ou para alguém de lá. Em troca a “prefeitura” devolvia para o Canaaf parte dos valores superfaturados por meio do que eles chamam de “doação”.

O jornalista Gean Mendes (F5) tentou entrar em contato com a secretária do Conaaf (Associação dos agricultores familiar),  Angelica Miyuki Takahashi, ligando para o número do associação, mas não obtive êxito. Em contato via WhatsApp com o ex-prefeito Valdeci para falar sobre o assunto.. O mesmo declarou que “judiciário foi induzido a erro.

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