REFORMA DA PREVIDÊNCIA TRARÁ DE VOLTA'NÍVEL DE CONFIANÇA DA ECONOMIA', DIZ MEIRELLES

Para o ministro da Fazenda, brevidade na votação seria boa para retomar confiança da economia. Ele reconhece, no entanto, que tema demanda longas discussões.

“Se a reforma não for votada (agora) for em junho, em agosto, do ponto de vista da previdência, não serão dois ou três meses que vão fazer a diferença. No entanto, para o nível de confiança da economia e para a recuperação das atividades, quanto mais cedo melhor”, afirmou.

Meirelles também minimizou as críticas de economistas, para os quais, nestes termos, poderia ser necessária uma nova reforma dentro de alguns anos.

“A reforma feita nos termos atuais é suficiente. Representa uma economia fiscal de cerca de 75% em 10 anos”, opinou.

Ele garantiu ainda que, caso o texto não seja alterado substancialmente, uma “nova reforma (previdenciária) seria desnecessária por décadas”.

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