“Quando assumimos, detectamos que toda a captação funcionava com equipamentos alugados. Isso gerava despesas contínuas e colocava o sistema em risco. Era urgente restabelecer a autonomia do município”, afirmou o presidente do SAEMA, Júnior Franco.
A captação de água no Rio Mogi Guaçu precisou ser interrompida por seis dias para que o Serviço de Água e Esgoto do Município de Araras (SAEMA) realizasse a substituição dos motores do sistema de bombeamento.
Ao assumir a administração no início deste ano, a autarquia identificou que toda a operação estava sendo mantida com motores e bombas alugadas, o que gerava altos custos mensais e deixava o município dependente de empresas terceirizadas.
De acordo com o presidente do SAEMA, Júnior Franco, a situação encontrada exigia medidas rápidas e estruturais. “Quando assumimos, detectamos que toda a captação funcionava com equipamentos alugados. Isso gerava despesas contínuas e colocava o sistema em risco. Era urgente restabelecer a autonomia do município”, afirmou.
Com esse objetivo, o SAEMA reinstalou o motor próprio da autarquia, que havia passado por conserto. A substituição demandou a paralisação temporária da captação para adequação dos equipamentos e garantia de mais segurança e eficiência ao sistema.
Segundo Franco, a ação faz parte de um processo de reorganização da operação. “Essa interrupção foi necessária para que pudéssemos corrigir problemas herdados e devolver estabilidade ao sistema de bombeamento. Estamos trabalhando para modernizar a estrutura e garantir mais confiabilidade no abastecimento”, destacou.
Além da recuperação do motor existente, o SAEMA confirmou a compra de um novo equipamento, que está em fase final de entrega. A previsão é que ele comece a operar em 2026, ampliando a capacidade e a segurança da captação.
Júnior Franco reforçou que a autarquia mantém compromisso com a transparência e a eficiência. “Nosso foco é prestar um serviço cada vez melhor à população, com responsabilidade técnica e uso correto dos recursos públicos”, concluiu.



