Selo de Direitos Humanos e Diversidades reconhece 141 iniciativas

Na sua 4ª edição, o Selo Municipal de Direitos Humanos e Diversidade reconhece iniciativas e ações que promovem a inclusão com impacto social.

A Prefeitura Municipal de São Paulo (SP), promoveu no mês de outubro no Museu do Futebol, no Pacaembu, a cerimônia híbrida de premiação da 4ª edição do Selo Municipal de Direitos Humanos e Diversidade. O evento da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania (SMDHC) é o reconhecimento das iniciativas e práticas de inclusão e diversidade nas organizações públicas, privadas e do terceiro setor.

Na sua 4ª edição, o Selo Municipal de Direitos Humanos e Diversidade reconhece iniciativas e ações que promovem a inclusão com impacto social nas categorias: Igualdade racial (10); LGBTI (4); pessoas idosas (12); mulheres (21); pessoas em situação de rua (6); pessoa imigrante (14); pessoa com deficiência (18); juventude (4); infância e adolescência (9); pessoa privada de liberdade ou egressa do sistema carcerário (1) e transversalidades (42).

Assim como na edição anterior, foi mantida pontuação adicional para iniciativas que contemplavam não somente a inclusão, mas também se adequavam ao contexto da pandemia, com medidas relativas ao combate de seus efeitos. Uma novidade deste ano foi a eliminação das iniciativas que zeraram sua pontuação.

De acordo com os critérios do Selo, as organizações precisam, para inscrever suas iniciativas no programa, estarem enquadradas em 12 categorias temáticas. Uma delas, a “Povos Indígenas”, criada nesta edição, no entanto, não teve nenhuma iniciativa reconhecida.

Ainda de acordo com os critérios do programa, para a promoção dos Direitos Humanos, as inscrições também podiam estar enquadradas em três dimensões: Inclusão e Gestão de Diversidade, como práticas de contratação, promoção e gestão de pessoas alinhadas com a diversidade e promoção dos direitos humanos; Responsabilidade Social, como projetos voltados à comunidade e à sociedade; e Imagem e Relacionamento, como iniciativas voltadas à comunicação, marketing e desenvolvimento de produtos e serviços voltados à inclusão e promoção da cidadania.

Entre as iniciativas premiadas destaca-se o programa de trainees da Magalu para profissionais negros que, na época do lançamento, causou polêmica e gerou críticas por direcionar vagas com recorte racial. Agora, é reconhecida pela cidade por estar de acordo com a necessidade de ações afirmativas e reparar violações de direitos historicamente cometidas contra a população negra. Entre outras ações reconhecidas com o Selo estão empresas como Ambev, PepsiCo, McDonald’s, Bradesco e o Metrô de São Paulo.

O selo possui validade de um ano e a organização que participou da edição anterior pode se inscrever na seguinte. Além do reconhecimento, as empresas e instituições destacadas passam a integrar a Rede do Selo, que promove encontros para a troca de boas práticas, formando uma cadeia de impulso à diversidade.

Para ver a relação de empresas e iniciativas reconhecidas pela quarta edição do Selo de Direitos Humanos e Diversidade, clique aqui.

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