Susep publica índice dos carros mais roubados no Brasil

Ninguém quer passar pelo horrível momento de ter seu carro roubado.

Além do risco de sofrer algum tipo de violência e do sentimento de insegurança que isso gera, a situação trazconsigo também prejuízos econômicos e, em alguns casos, uma série de trâmites burocráticos para procurar a indenizaçãoda seguradora, caso o carro esteja segurado.

É importante saber que, ainda que existam estatísticas de roubo ou furto de veículos, não todos estão expostos do mesmo jeito. Isto porque, em primeiro lugar, os níveis de criminalidade mudam muito dependendo da região do país onde a pessoa esteja (subindo no caso das grandes cidades) e, em segundo lugar, porque alguns modelos de carros ficam mais expostos a serem roubados.

Nesse sentido a Susep (Superintendência de Seguros Privados), o órgão do governo responsável pelo controle e fiscalização das seguradoras, faz um monitoramento e divulga quais são os veículos mais roubados – ou furtados- no Brasil; o resultado é o IVR (Índice de Veículos Roubados).

No caso dos modelos com mais de mil unidades segura das que tenham sido vítimas de furto ou roubo, destacam as seguintes marcas:

● Fiat Stilo: com 3.892 veículos com sinistros denunciados (1,670% de índice de roubos ou furtos).
● Peugeot 307: com 6319 unidades expostas (1,535% de índice de roubos ou furtos).
● Ford Fusion: com 3.501 veículos expostos (1,457% de índice de roubos ou furtos).
● Fiat Siena/Grand Siena por cima de 1.0: 25.830 carros expostos (1,343% de índice de roubos ou furtos).
● Fiat Mobi: com 42.049 veículos expostos (1,315 de índice de roubos ou furtos).


Um dado curioso é que o Fiat Mobi, um dos carros maisroubados de acordo com o IVR, também foi publicado como um dos modelos – do tipo hatchesmais vendidos no último semestre com 39.356 unidades. É que a Fiat é uma das empresas com melhor planejamento produtivo e, portanto, manteve a produção mais estável e ficou com mais de 22% das vendas totais do mercado (somando veículos comerciais e leves). O conselho para os compradores é de segurar o veículo em caso de roubo para evitar inconvenientes desnecessários.

Os dados obtidos são utilizados, entre outras coisas, pelas companhias seguradoras para estabelecer o valor das apólices. Acontece que o preço cobrado por um seguro se compõe por uma série de fatores, geralmente vinculados com a possibilidade de ocorrência de algum tipo de sinistro (poisisso irá determinar a possibilidade da companhia de ter que pagar indenizações ao seus clientes).

A maioria das empresas consideram os seguintes fatores: cidade de residência, idade, sexo, estado civil, modelo e antigüidade do carro, se o cliente tem garagem na casa, etc. Os critérios podem parecer até arbitrários mas a realidade é que muitos deles estão vinculados com maior segurança na hora de dirigir ou mais probabilidade de sofrer roubos. Por exemplo: um levantamento feito pela Minuto Seguros mostrou que mulheres dirigem melhor e se envolvem menos em acidentes, o que faz com que acabem pagando menos no seguro do carro.

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ÁGIL DPVAT