Você sabe a diferença entre educação financeira e saúde financeira?

Neste artigo, falaremos um pouco sobre a importância da educação financeira.

A aposentadoria privada tem sido uma possibilidade cogitada por trabalhadores já há alguns anos. Desde a Reforma da Previdência, no entanto, o interesse por ela cresceu exponencialmente. E é explicável: visto que demoraremos mais para nos aposentar e que possivelmente não ganharemos o salário que gostaríamos, é importante ter uma segunda fonte de renda.

A aposentadoria privada pode ser resgatada em sua totalidade ou mês a mês, após o período de arrecadação. Em geral, os trabalhadores optam pelo segundo caso: assim, poderão ter uma quantidade de dinheiro segura mensalmente, o que permitirá que sejam capazes de quitar suas contas e, ao mesmo tempo, desfrutar da melhor idade.

Infelizmente, não faz parte da vida do brasileiro se programar para o futuro. Boa parte da população, na verdade, sequer tem dinheiro guardado para casos emergenciais. Isso vai além, vale dizer, de não receber um salário alto: existe uma dificuldade, explicada pela nossa ausência de educação financeira, de não gastar com frivolidades.

Neste artigo, falaremos um pouco sobre a importância da educação financeira – e qual é a sua ligação com a saúde financeira, outro tópico fundamental. Gostaria de entender mais? Então prossiga com a leitura!

O que é educação financeira?

A educação financeira, ao contrário do que se possa pensar, não está ligada apenas à economia. Ela, na verdade, diz respeito ao processo de aprender a utilizar o dinheiro de forma planejada, sem abrir mão daquilo que faz sentido, mas sem gastar de forma emocional ou descontrolada.

Na prática, a educação financeira ajuda a entender o que é fundamental – ou seja, o que precisa ser pago, mês após mês – e aquilo que é supérfluo e que pode ser deixado para depois. Quando excluímos gastos desnecessários e nos acostumamos a lidar com o nosso dinheiro, a tendência é que sempre tenhamos algum valor disponível no final do mês.

Esse dinheiro pode ser aplicado em uma série de coisas: pode ser guardado para a educação dos filhos, em um plano de previdência privada, para a realização de um sonho, como uma viagem internacional ou uma pós-graduação, para a criação de patrimônio… As possibilidades são múltiplas.

Convém dizer, além disso, que a educação financeira dialoga com outra coisa importante: a estabilidade emocional. Muitas pessoas fazem compras de forma impulsiva quando estão mentalmente abaladas ou ansiosas de alguma forma.

A tendência é que a compra de última hora, que geralmente não leva em consideração o dinheiro disponível para ser gasto naquele momento, gere mais ansiedade. E essa ansiedade, por sua vez, pode se reverter em abalo emocional ou, pior ainda, em mais comportamentos compulsivos. Por aí, já conseguimos imaginar para onde vai a situação.

Saúde financeira: entenda melhor

Podemos dizer que a saúde financeira tem como meta a independência financeira de um indivíduo. Ela está ligada a bons comportamentos no que tange a questão financeira, através do controle e organização dos gastos pessoais.

Podemos dizer que a saúde financeira se relaciona com o comportamento de uma pessoa acerca do seu dinheiro: neste termo, estão contidos os costumes e hábitos de consumo, que devem ser observados e estudados.

Um dos hábitos mais interessantes para quem deseja ter saúde financeira é fazer um controle de gastos, que pode estar registrado em uma planilha física ou mesmo em um aplicativo. É importante, durante todo o processo de ganhar dinheiro, gastar e guardar, que o indivíduo saiba o que quer fazer, para onde ir e quanto precisa para chegar até lá.

Através do controle financeiro, nos programamos para circunstâncias de curto, médio e longo prazo, nos equilibramos para o caso de emergências – quem nunca precisou gastar dinheiro para consertar coisas quebradas de última hora? – e, de quebra, evitamos o temido estresse financeiro.

Você sabe, aliás, o que é estresse financeiro? Trata-se do resultado da preocupação e da ansiedade excessivos com o dinheiro, e é um problema que tende a afetar pessoas com dificuldade para manter a sua saúde financeira em dia.

Ou seja: quem tem muitas contas a pagar, quem gasta mais do que ganha, quem usa o cartão de crédito sem se atentar para o fato de que, ao final de um ciclo, haverá uma fatura significativa a ser paga.

Quem tem estresse financeiro não rende no trabalho, tem dificuldade para se concentrar, cria rusgas com amigos e familiares e pode até desenvolver depressão. Assim, torna-se necessário olhar para a questão e cunhar maneiras de evitá-la.

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ÁGIL DPVAT