Moto de leilão pode rodar normalmente? Confira as regras

As motos selecionadas para os leilões geralmente incluem veículos recuperados de sinistros, apreendidos por órgãos de trânsito ou de segurança pública, ou ainda retirados de circulação por outros motivos. Assim, as motos ainda passam por uma avaliação para a liberação para a venda.

Os leilões podem ser boas opções para comprar motos abaixo do preço, fugindo dos financiamentos e dos consórcios para quem pretende comprar o veículo sem se endividar. Porém, o processo gera a dúvida: moto de leilão pode rodar normalmente? E nós respondemos a questão; confira!

O que é um leilão de moto?

leilão de motos no Brasil é um evento legalizado para a venda de veículos por meio de lances. Nesse sentido, envolve a participação de leiloeiros, compradores interessados e órgãos responsáveis pela venda dos veículos.

As motos selecionadas para os leilões geralmente incluem veículos recuperados de sinistros, apreendidos por órgãos de trânsito ou de segurança pública, ou ainda retirados de circulação por outros motivos. Assim, as motos ainda passam por uma avaliação para a liberação para a venda.

Por isso, o leilão é regulado por órgãos públicos ou por empresas autorizadas pelos órgãos públicos, visto que as motos derivam do próprio poder do estado. Sendo assim, os leilões oficiais são completamente legalizados de acordo com a legislação.

Como funciona o leilão de moto?

O organizador agenda o evento presencial ou on-line. No geral, as empresas podem disponibilizar previamente as motos disponibilizadas. Por isso, vale a pena ficar de olho na programação das principais empresas e órgãos públicos.

No dia do leilão, os compradores interessados devem comparecer ao local do evento – ou pela internet – e recebem um catálogo com informações sobre os veículos disponíveis, como ano, modelo, estado de conservação e preço mínimo para o leilão.

Os interessados em comprar a moto devem dar lances, até que o leiloeiro declare o vencedor da disputa. O comprador que oferecer o maior lance arremata a moto e deve pagar o valor acordado, além de uma taxa de comissão para o leiloeiro.

Uma vez concluída a venda, a moto é transferida para o comprador, que deve providenciar a regularização da documentação junto aos órgãos de trânsito e demais instituições responsáveis.

Moto de leilão pode rodar nas ruas?

Em primeiro lugar, sim, as motos de leilão podem rodar normalmente, desde que atendam aos requisitos legais. Nesse sentido, o fato de ser uma moto de leilão por si não é um problema, visto que os leilões oficiais têm a autorização legal. O que impede ou não a rodagem da moto é a própria condição do veículo.

Ao adquirir a moto no leilão, é preciso regularizar a documentação, atualizando o Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV) e o Certificado de Registro de Veículo (CRV), ambos emitidos pelo Departamento Estadual de Trânsito (DETRAN).

Além disso, o ponto importante no leilão é o estado de conservação da moto. É comum que os veículos tenham danos que os impeçam de já sair do leilão diretamente para as ruas, pedindo uma grande manutenção. Por isso, é fundamental verificar as condições antes de comprar.

Como regularizar a situação da moto?

Para regularizar a situação da moto de leilão, o processo é o mesmo com qualquer outra compra. Assim, além de acertar a documentação e o IPVA – quando aplicável -, o novo proprietário precisa verificar a situação do motor e dos componentes elétricos do veículo.

Além disso, outro ponto fundamental para a regularização da moto é a reputação do leiloeiro. O leilão oficial e regulamentado pela lei não dá problemas para o comprador. Porém, empresas sem confiabilidade podem ocasionar em golpes pesados para o potencial comprador.


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